quarta-feira, 17 de novembro de 2010

coletânea de Notícias

Entrevia
Sintep/MT participa de Semana de Democratização da Comunicação da UFMT
12.11.2010
Promover a reflexão sobre a mídia e como deverão agir os futuros comunicadores. Esse foi um dos objetivos da Semana de Democratização da Comunicação realizado nesta semana pela Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT). O evento contou com a participação do Sindicato dos Trabalhadores no Ensino Público de Mato Grosso (Sintep/MT).
Sob o tema "O papel do comunicador na sociedade contemporânea", o sindicato contribuiu com as discussões na mesa "Educação e Comunicação" com o secretário Executivo do Sintep/MT, Fran Frasseto. Na ocasião, o sindicalista colocou em questão a importância de existir, de fato, comunicação entre o Estado e família; dentro da família; da família com a escola; dentro da escola (coordenações, professores, alunos), para que a educação se desenvolva de forma mais efetiva e com qualidade. "É preciso pensar em educar para a comunicação, e não apenas a comunicação para a educação", disse. Frasseto ainda ressaltou a importância das novas mídias, incluindo a necessidade de saber utilizá-las em sala de aula. "O avanço tecnológico pode ajudar sobremaneira no exercício da Educação desde que o corpo docente seja instrumentalizado para isso", ponderou.
O evento ainda contou com mesas de diálogo que trataram os temas "O que é democratização da comunicação", "Conselhos de Comunicação Social", "Comunicação alternativa, popular e comunitária", "Democratização do Audiovisual e Produção Independente", "O tratamento da mídia sobre Homossexuais, Crianças e Idosos, Mulheres, Movimentos e Organizações Sociais, Movimento Estudantil, Ciganos, Índios, Negros e Periferias", "Qualidade de formação, o mercado e a sociedade" e "Retomada do Fórum Estadual de Democratização da Comunicação". Outro assunto abordado foi o retorno da discussão da implantação do Fórum Estadual de Democratização da Comunicação (FEDC-MT), que está parado há um ano, e ainda a criação de um novo grupo para dialogar sobre o assunto.
Realizada pela Executiva Nacional dos Estudantes de Comunicação e pelo Coletivo Juntos Somos Fortes, que a representa em Mato Grosso, o evento tem apoio da UFMT e do Centro Acadêmico de Comunicação Social, gestão "Nós também queremos". Estudantes de comunicação da UFMT e de outras universidades, além de interessados em geral, participaram do evento realizado no Instituto de Linguagens (IL) da UFMT.
Fonte: Pau e Prosa Comunicação


Encontro propõe mobilizações para Dia Mundial de Luta contra a Aids
12.11.2010

Profissionais da Educação estão reunidos no Centro de Eventos do Pantanal, em Cuiabá, hoje (12), no Encontro para Mobilização do Dia Mundial de Luta contra a Aids, celebrado no dia 1° de dezembro. O objetivo é mobilizar o maior número de trabalhadores de Cuiabá e Várzea Grande para realizar diversas ações nas escolas. Os participantes analisaram a estrutura e os materiais de divulgação do Projeto Saúde e Prevenção nas Escolas (SPE), conduzido pelo governo federal. Eles apresentaram sugestões de mobilizações para as escolas. “O mais importante é sensibilizar adolescentes e jovens para a importância da prevenção e promoção da saúde. As ações são importantes, mas precisam ser constantes e fazerem parte do cotidiano escolar”, ressaltou o secretário de Políticas Educacionais do Sindicato dos Trabalhadores no Ensino Público de Mato Grosso (Sintep/MT), Henrique Lopes. Em 2010, o SPE deu um passo importante ao substituir o Guia do Professor pelo Guia do Adolescente e do Jovem. “A melhor forma de trabalhar os temas relacionados às Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST’s) é por meio da educação entre pares, ou seja, jovens falando para jovens”, explicou o sindicalista. Mas o encontro também conta com uma oficina aos profissionais da Educação sobre a forma como o assunto deve ser abordado. “Os educadores precisam estar preparados porque a Aids é uma realidade e a escola não pode fechar os olhos para isso”, acrescentou. Além de Henrique Lopes, o Sintep/MT foi representado no evento pela vice-presidente, Jocilene Barbosa. A iniciativa é do Ministério da Educação (MEC), com apoio da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), do Sintep/MT, Secretaria de Estado de Educação (Seduc/MT), e Secretaria de Estado de Saúde (SES/MT). Também participaram do encontro, representantes do Serviço Social do Comércio de Mato Grosso (Sesc-MT) e da Ong Livre-mente.

Fonte: Pau e Prosa Comunicação

O Documento

Sintep/MT participa de Semana de Democratização da Comunicação da UFMT
12.11.2010 - 14:25.
Da Assessoria

Promover a reflexão sobre a mídia e como deverão agir os futuros comunicadores. Esse foi um dos objetivos da Semana de Democratização da Comunicação realizado nesta semana pela Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT). O evento contou com a participação do Sindicato dos Trabalhadores no Ensino Público de Mato Grosso (Sintep/MT).
Sob o tema “O papel do comunicador na sociedade contemporânea”, o sindicato contribuiu com as discussões na mesa “Educação e Comunicação” com o secretário Executivo do Sintep/MT, Fran Frasseto. Na ocasião, o sindicalista colocou em questão a importância de existir, de fato, comunicação entre o Estado e família; dentro da família; da família com a escola; dentro da escola (coordenações, professores, alunos), para que a educação se desenvolva de forma mais efetiva e com qualidade. ”É preciso pensar em educar para a comunicação, e não apenas a comunicação para a educação”, disse. Frasseto ainda ressaltou a importância das novas mídias, incluindo a necessidade de saber utilizá-las em sala de aula. “O avanço tecnológico pode ajudar sobremaneira no exercício da Educação desde que o corpo docente seja instrumentalizado para isso”, ponderou.
O evento ainda contou com mesas de diálogo que trataram os temas “O que é democratização da comunicação”, “Conselhos de Comunicação Social”, “Comunicação alternativa, popular e comunitária”, “Democratização do Audiovisual e Produção Independente”, “O tratamento da mídia sobre Homossexuais, Crianças e Idosos, Mulheres, Movimentos e Organizações Sociais, Movimento Estudantil, Ciganos, Índios, Negros e Periferias”, “Qualidade de formação, o mercado e a sociedade” e “Retomada do Fórum Estadual de Democratização da Comunicação”. Outro assunto abordado foi o retorno da discussão da implantação do Fórum Estadual de Democratização da Comunicação (FEDC-MT), que está parado há um ano, e ainda a criação de um novo grupo para dialogar sobre o assunto.
Realizada pela Executiva Nacional dos Estudantes de Comunicação e pelo Coletivo Juntos Somos Fortes, que a representa em Mato Grosso, o evento tem apoio da UFMT e do Centro Acadêmico de Comunicação Social, gestão "Nós também queremos". Estudantes de comunicação da UFMT e de outras universidades, além de interessados em geral, participaram do evento realizado no Instituto de Linguagens (IL) da UFMT.


Formação na Seduc aborda Déficit Intelectual
12.11.2010 - 14h58
Da Redação

O Núcleo de Apoio Pedagógico à Deficiência Intelectual (NAPDI), da Secretaria de Estado de Educação (Seduc), promove na próxima semana - 16 a 19.11 -, curso de formação para profissionais das áreas de Educação e Saúde. O núcleo realizará a segunda etapa do curso sobre Déficit Intelectual, no Centro de Apoio e Suporte à Inclusão da Educação Especial de Mato Grosso (Casies).
Conforme a coordenadora do núcleo, Deglene Brito dos Santos, participarão do curso 70 profissionais, entre professores da Rede Pública (Estadual e Municipal) e de escolas privadas e filantrópicas. Também, alunos e profissionais da área de saúde, entre psicólogos, fonoaudiólogos e assistentes sociais.
O curso tem como convidados e parceiros, para o curso de formação, a neuropsiquiatra Juliane Sauter Dalbem, do Hospital Geral Universitário e o professor mestre José Olímpio dos Santos, do Instituto de Educação Superior do Vale do Juruena. Também participam os profissionais formadores do Casies. Dentre os temas a serem abordados, verdades e mitos sobre o déficit intelectual e os procedimentos da escola em relação ao problema.
O NAPDI tem por objetivo qualificar profissionais para uma prática pedagógica de qualidade, efetivando a educação inclusiva para todos os alunos com deficiência intelectual no ensino regular. Ele integra o Casies, que, por sua vez, é composto ainda por outros núcleos: Centro de Apoio ao Deficiente Visual (CAP); Centro de Formação e Apoio Pedagógico ao Deficiente Auditivo (CAS), Núcleo de Atividades de Altas Habilidades/Superdotação (NAAHS) e o Núcleo de Apoio Pedagógico aos Transtornos de Aprendizagem (NAPTA).


O Casies funciona na rua dos Crisântemos, 16, no Bairro Jardim Cuiabá, na Capital.
Programação

- 16.11 - Deficiência Intelectual: Definições, Etiologia, QI, Classificação do CID 10 e DSM IV, Epilepsias e TDAH (Neuropsiquiatria Juliane Sauter Dalbem)
- 17.11 - Déficit Intelectual: Fatores Sociais e Mitos (Ângela Alves – Psicóloga e Mauri Costa – Psicanalista – profissionais do Casies)
- 18.11 - Bases neurais: processos e formações do pensamento (Professor Ms. José Olímpio dos Santos)
- 19.11 - Procedimentos da escola em relação ao Déficit Intelectual: Adaptações curriculares, acompanhamento, ritmo de aprendizagem e avaliações pedagógicas (Professora especialista Adilene de Assunção e Professora especialista Deglene Brito dos Santos – Casies)


Deficiências atingem 14,5% da população
Segundo o IBGE, cerca de 14,5% da população no Brasil são pessoas que apresentam algum tipo de deficiência, equivalente a aproximadamente, 24,6 milhões de pessoas. Desse total, 48% são pessoas com deficiência visual, 22,9% com deficiência motora, 16,7% com deficiência auditiva, 4,1% com deficiência física e 8,3% com deficiência Intelectual.
A Deficiência Intelectual subentende ao funcionamento intelectual inferior à média (QI), associado a limitações adaptativas em pelo menos duas áreas de habilidades, com início antes dos 18 anos (comunicação, cuidado pessoal, adaptação social, habilidades acadêmicas, lazer e trabalho, vida no lar, saúde e segurança e uso de recursos da comunidade).
24 Horas News
Encontro propõe mobilizações para Dia Mundial de Luta contra a Aids
12.11/2010 - 16h25

Profissionais da Educação estão reunidos no Centro de Eventos do Pantanal, em Cuiabá, hoje (12), no Encontro para Mobilização do Dia Mundial de Luta contra a Aids, celebrado no dia 1° de dezembro. O objetivo é mobilizar o maior número de trabalhadores de Cuiabá e Várzea Grande para realizar diversas ações nas escolas.
Os participantes analisaram a estrutura e os materiais de divulgação do Projeto Saúde e Prevenção nas Escolas (SPE), conduzido pelo governo federal. Eles apresentaram sugestões de mobilizações para as escolas. “O mais importante é sensibilizar adolescentes e jovens para a importância da prevenção e promoção da saúde. As ações são importantes, mas precisam ser constantes e fazerem parte do cotidiano escolar”, ressaltou o secretário de Políticas Educacionais do Sindicato dos Trabalhadores no Ensino Público de Mato Grosso (Sintep/MT), Henrique Lopes.
Em 2010, o SPE deu um passo importante ao substituir o Guia do Professor pelo Guia do Adolescente e do Jovem. “A melhor forma de trabalhar os temas relacionados às Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST’s) é por meio da educação entre pares, ou seja, jovens falando para jovens”, explicou o sindicalista. Mas o encontro também conta com uma oficina aos profissionais da Educação sobre a forma como o assunto deve ser abordado. “Os educadores precisam estar preparados porque a Aids é uma realidade e a escola não pode fechar os olhos para isso”, acrescentou.
Além de Henrique Lopes, o Sintep/MT foi representado no evento pela vice-presidente, Jocilene Barbosa. A iniciativa é do Ministério da Educação (MEC), com apoio da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), do Sintep/MT, Secretaria de Estado de Educação (Seduc/MT), e Secretaria de Estado de Saúde (SES/MT). Também participaram do encontro, representantes do Serviço Social do Comércio de Mato Grosso (Sesc-MT) e da Ong Livre-mente.


Tô Sabendo.com

Encontro propõe mobilizações para Dia Mundial de Luta contra a Aids
12.11.2010

Profissionais da Educação estão reunidos no Centro de Eventos do Pantanal, em Cuiabá, hoje (12), no Encontro para Mobilização do Dia Mundial de Luta contra a Aids, celebrado no dia 1° de dezembro. O objetivo é mobilizar o maior número de trabalhadores de Cuiabá e Várzea Grande para realizar diversas ações nas escolas.
Os participantes analisaram a estrutura e os materiais de divulgação do Projeto Saúde e Prevenção nas Escolas (SPE), conduzido pelo governo federal. Eles apresentaram sugestões de mobilizações para as escolas. “O mais importante é sensibilizar adolescentes e jovens para a importância da prevenção e promoção da saúde. As ações são importantes, mas precisam ser constantes e fazerem parte do cotidiano escolar”, ressaltou o secretário de Políticas Educacionais do Sindicato dos Trabalhadores no Ensino Público de Mato Grosso (Sintep/MT), Henrique Lopes.
Em 2010, o SPE deu um passo importante ao substituir o Guia do Professor pelo Guia do Adolescente e do Jovem. “A melhor forma de trabalhar os temas relacionados às Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST’s) é por meio da educação entre pares, ou seja, jovens falando para jovens”, explicou o sindicalista. Mas o encontro também conta com uma oficina aos profissionais da Educação sobre a forma como o assunto deve ser abordado. “Os educadores precisam estar preparados porque a Aids é uma realidade e a escola não pode fechar os olhos para isso”, acrescentou.
Além de Henrique Lopes, o Sintep/MT foi representado no evento pela vice-presidente, Jocilene Barbosa. A iniciativa é do Ministério da Educação (MEC), com apoio da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), do Sintep/MT, Secretaria de Estado de Educação (Seduc/MT), e Secretaria de Estado de Saúde (SES/MT). Também participaram do encontro, representantes do Serviço Social do Comércio de Mato Grosso (Sesc-MT) e da Ong Livre-mente.
Folha do Trabalhador

Encontro propõe mobilizações para Dia Mundial de Luta contra a Aids
12.11.2010 - 16h02
Da Redação
Profissionais da Educação estão reunidos no Centro de Eventos do Pantanal, em Cuiabá, hoje (12), no Encontro para Mobilização do Dia Mundial de Luta contra a Aids, celebrado no dia 1° de dezembro. O objetivo é mobilizar o maior número de trabalhadores de Cuiabá e Várzea Grande para realizar diversas ações nas escolas.
Os participantes analisaram a estrutura e os materiais de divulgação do Projeto Saúde e Prevenção nas Escolas (SPE), conduzido pelo governo federal. Eles apresentaram sugestões de mobilizações para as escolas. “O mais importante é sensibilizar adolescentes e jovens para a importância da prevenção e promoção da saúde. As ações são importantes, mas precisam ser constantes e fazerem parte do cotidiano escolar”, ressaltou o secretário de Políticas Educacionais do Sindicato dos Trabalhadores no Ensino Público de Mato Grosso (Sintep/MT), Henrique Lopes.
Em 2010, o SPE deu um passo importante ao substituir o Guia do Professor pelo Guia do Adolescente e do Jovem. “A melhor forma de trabalhar os temas relacionados às Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST’s) é por meio da educação entre pares, ou seja, jovens falando para jovens”, explicou o sindicalista. Mas o encontro também conta com uma oficina aos profissionais da Educação sobre a forma como o assunto deve ser abordado. “Os educadores precisam estar preparados porque a Aids é uma realidade e a escola não pode fechar os olhos para isso”, acrescentou.
Além de Henrique Lopes, o Sintep/MT foi representado no evento pela vice-presidente, Jocilene Barbosa. A iniciativa é do Ministério da Educação (MEC), com apoio da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), do Sintep/MT, Secretaria de Estado de Educação (Seduc/MT), e Secretaria de Estado de Saúde (SES/MT). Também participaram do encontro, representantes do Serviço Social do Comércio de Mato Grosso (Sesc-MT) e da Ong Livre-mente.
Fonte: Assessoria


Mídia News

Ministério diz que Zoneamento pode prejudicar
16.11.10
08h29

ISA SOUSA
DA REDAÇÃO

A decisão do governador Silval Barbosa (PMDB) de sancionar ou vetar o Zoneamento Socioeconômico Ecológico (ZSEE) de Mato Grosso será a prerrogativa essencial para definir o papel do Estado nas políticas ambientais e, por consequência, na economia.
Para o diretor de Zoneamento Territorial do Ministério do Meio Ambiente (MMA), Roberto Vizentin, caso o texto seja aprovado da forma que está, é possível que encontre barreiras na esfera federal e também não seja aprovado pelo Conselho Nacional de Meio Ambiente (Conama), o que pode prejudicar, por exemplo, na exportação de commodities, grande matriz de desenvolvimento e crescimento.
Aprovado pela Assembleia Legislativa, no dia 25 de outubro, por 18 votos a um, sendo o deputado Ságuas Moraes (PT) o único contrário, o Zoneamento causou polêmica ao alterar o texto final quase de "última hora".
"O projeto foi baseado em estudos técnicos que levaram 20 anos e U$ 30 milhões. Esse primeiro era embasado e consistente, por isso mesmo das audiências públicas realizadas nos municípios do estado, é claro que, naturalmente, precisava sofrer alterações, já que o Estado é muito dinâmico. Estava indo tudo bem, até o substitutivo número 2 e, em seguida, o substitutivo 3", analisou.
O Zoneamento inicial, elaborado pelo então governador Blairo Maggi (PR), englobava diversas áreas numa categoria de uso mais restrito, com medidas de proteção ambiental, a categoria 2, que exigia mais cuidados para determinados tipos de atividades. Na alteração, áreas que eram tidas como categoria 2, passaram a ser categoria 1, tidas como "consolidadas".
"Supostamente ao enquadrar uma área ou município na categoria 1, haveria menos restrições para o uso dessas propriedades, porém essa medida pode ter sido um tiro no pé. Já que como categoria 2 os produtores poderiam diminuir o passivo (dívida) ambiental, porque aumentariam a reserva legal", disse.
Outro ponto, avaliado por Vizentin como negativo, é a relação de Mato Grosso no mercado internacional. "Hoje cada vez mais para se conquistar mercados, sobretudo na esfera internacional, tem que ter uma compatibilização socioambiental, com legislação trabalhista e ambiental regularizada. Sem o aval do Conama neste Zoneamento, Mato Grosso encontrará certamente dificuldades".
Para o diretor, a solução do Estado, que em sua avaliação é importante para o país, com uma produção dinâmica na área agrícola e pecuária, e com papel estratégico na balança comercial, é chegar a um consenso entre poderes Executivo e Legislativo para reformular um Zoneamento que não beneficie um grupo em detrimento de outros.
Outro lado

Ao MídiaNews o presidente da Comissão Especial do Zoneamento, montada para acompanhar os estudos técnicos e as audiências públicas que foram promovidas, deputado estadual Dilceu Dal'Bosco (DEM), ponderou que o Zoneamento aprovado pela Assembleia condiz com a realidade e com o futuro de Mato Grosso.
Para o parlamentar, o projeto garante melhoria da qualidade de vida em busca do desenvolvimento sustentável, fato comprovado pela participação de segmentos tão diferentes como os pecuaristas, indígenas e agricultores familiares nas audiências públicas.
"Posso garantir que o Zoneamento atende a maioria dos pleitos que foram solicitados. Além disso, tempo não quer dizer qualidade. É até um absurdo um estudo ter levado 20 anos, passado por tantos Governos. Nós levamos o tempo necessário para fazer as adequações que eram necessárias, todas dentro da lei", revelou.
Pedido de veto

Em repúdio ao substitutivo 3 do Zoneamento Socioeconômico Ecológico (ZSEE) aprovado pela Assembleia Legislativa, uma comissão formada por representantes de 27 de organizações ambientalistas ou que apóiam a causa protocolaram na última quarta-feira (10), no Gabinete do Governador, um pedido de veto do documento na forma que está, para que Silval Barbosa (PMDB) possa avaliar.
No manifesto, o projeto é apelidado pelo grupo de "substitutivo ruralista". De acordo com a pós-doutora da Universidade Federal de Mato Grosso, Michele Sato, o substitutivo 3 reforça grupos econômicos, que prejudicam a si mesmos.
"Eles mesmos serão vítimas, já que a economia internacional poderá desprezar produtos oriundos de ordenamento territorial inconsequente, sem nenhum cuidado ambiental", disse.
Entre os participantes do manifesto estão o Grupo de Estudos em Educação e Gestão Ambiental, da Unemat; Grupo Pesquisador em Educação Ambiental (GPEA), da UFMT; Rede Mato-Grossense de Educação Ambiental (REMTEA) e Sindicato dos Trabalhadores no Ensino Público de Mato Grosso (SINTEP)
A Gazeta

Enem deve ser feito em 6 estados
14.11.2010
Amanda Cieglinski
Brasília-ABr
Com a queda da liminar que tinha suspendido o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), o Ministério da Educação começa, agora, a organizar a reaplicação das provas para os candidatos prejudicados pelo problema nos 21 mil cadernos de prova amarelos que apresentaram erro de montagem e não continham todas as 90 questões.
Inicialmente, o MEC estimou que 10% dos 3,3 milhões de alunos que se submeteram às provas no último fim de semana não teriam conseguido trocar os cadernos com problemas. Mas os dados levantados até agora mostram que o número é bem menor. Até o momento, menos de 200 ocorrências foram identificadas, em seis estados: Minas Gerais, Distrito Federal, Pernambuco, Sergipe, Paraná e Santa Catarina.
O levantamento desses estudantes que terão direito a refazer as provas de ciências da natureza e humanas, aplicadas no último dia 6, está sendo feito a partir das atas das 128 mil salas de prova. Esse documento é utilizado pelos fiscais para relatar qualquer problema que tenha ocorrido durante a aplicação. Só vai poder refazer a prova aqueles participantes que tinham o caderno com erro, relataram o defeito ao fiscal e não puderam trocar o material.
Como ainda não está definido o total de estudantes que participarão da reaplicação do Enem, ainda não está marcada a data da prova. Mas o MEC trabalha com a possibilidade de realizá-la no dia 4 de dezembro. Como apenas os cadernos do sábado apresentaram o defeito, só será necessário um dia para aplicar o exame aos prejudicados.
O Ministério da Educação (MEC) já disponibilizou na sexta-feira os gabaritos das provas. A divulgação tinha sido impedida por uma liminar que suspendeu a avaliação, mas o dispositivo foi derrubado pelo Tribunal Regional Federal da 5ª Região.

Justiça garante exame
13.11.2010
Paula Laboissière
Brasília-ABr

O presidente do Tribunal Regional Federal da 5ª Região, desembargador Luiz Alberto Gurgel de Faria, derrubou a liminar que suspendia o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). O magistrado atendeu a um pedido feito pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep). Na decisão, ele ressaltou que a suspensão de um certame envolvendo mais de 3 milhões de estudantes traria transtornos aos organizadores e aos candidatos de todo o Brasil.
Faria lembrou que a alteração do cronograma do Enem em razão da suspensão iria repercutir na realização dos vestibulares promovidos por instituições de ensino superior, uma vez que muitas utilizam as notas do exame para classificar candidatos. Por fim, o desembargador destacou a possibilidade de elevado prejuízo no valor de R$ 180 milhões aos cofres públicos, decorrente da contratação da logística necessária para a realização de novas provas.
O Enem havia sido suspenso na última segunda-feira, em todo o país, depois de uma decisão da Justiça Federal do Ceará. A juíza Karla de Almeida Miranda Maia avaliou que a realização de uma nova prova apenas para candidatos que se consideram prejudicados poderia beneficiar o grupo de estudantes. Também haviam sido suspensas a divulgação do gabarito e a criação de um site, por parte do Ministério da Educação, para receber reclamações de candidatos.
O ministro da Educação, Fernando Haddad, ainda não anunciou uma nova data para a reaplicação da prova amarela do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) aos estudantes que foram prejudicados com problemas gráficos. Mas garantiu que não haverá conflito da nova data com outros vestibulares. Nenhum estudante, segundo ele, será prejudicado.
Haddad deu entrevista na sede do Tribunal Federal Regional (TRF), da 5ª Região, no Recife, cujo presidente, desembargador Luiz Alberto Gurgel de Faria, cancelou a decisão da juíza da 7ª Vara Federal do Ceara, que havia suspendido o exame em caráter liminar.
O ministro afirmou que a preocupação agora será identificar de forma minuciosa os estudantes prejudicados que se submeterão à nova prova. "Vamos ter de fazer leitura eletrônica de todas as atas de 113 mil locais, um trabalho difícil, minucioso que já se iniciou para podermos identificá-los e reaplicar", afirmou.

Olhar Direto

MEC coloca no ar site para correção diferenciada da prova do Enem 2010
14.11.2010 - 09:14

Terra

Já está disponível no site http://sistemasenem2.inep.gov.br/correcaoprova/, do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), o módulo para que os estudantes que tenham sido prejudicados por erros na folha de respostas possam solicitar a correção invertida do gabarito.
No primeiro dia do exame, a folha em que os estudantes marcaram as respostas das questões estava com o cabeçalho das duas provas trocado - a primeira metade das questões era de ciências humanas e o restante, de ciências da natureza, mas na folha de marcação as questões estavam identificadas de forma invertida. O Ministério da Educação (MEC) diz que alertou os fiscais de sala para que orientassem os alunos a seguirem a ordem numérica. Quem foi mal orientado e trocou a ordem do preenchimento poderá fazer o requerimento para a correção invertida.
O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) divulgou hoje os gabaritos oficiais das provas do Enem. A liberação ocorreu após a suspensão da decisão da juíza federal da 7ª Vara do Ceará, que impossibilitava o prosseguimento do Exame, pelo presidente do Tribunal Regional Federal (TRF) da 5ª Região, Desembargador Luiz Alberto Gurgel de Faria, nesta sexta-feira.
O presidente do TRF afirmou que a suspensão envolvendo mais de 3 milhões de estudantes traria transtornos aos organizadores e candidatos em todo o Brasil e que a alteração do cronograma prejudicaria diversas instituições de ensino superior que utilizam as notas do Enem em seus vestibulares. Ainda destacou a possibilidade de um alto prejuízo, da ordem de R$ 180 milhões, decorrente da decisão da Justiça Federal do Ceará.

Nova prova

O Ministério da Educação calcula que, até o momento, cerca de 200 estudantes deverão refazer as provas do Enem por causa dos erros de impressão nos cadernos de prova amarelos. Os dados foram apresentados pelo ministro Fernando Haddad ao presidente da União Nacional dos Estudantes (UNE), Augusto Chagas, e da União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes), Yann Evanovick, em audiência na tarde de quinta-feira.
As entidades defendem, entretanto, que todos os alunos que tenham se sentido prejudicados pelos erros na aplicação do Enem tenham a chance de fazer as provas novamente em caráter opcional. Segundo Chagas, essa possibilidade foi descartada pelo ministro, porque poderia atrasar o calendário das 83 instituições de ensino superior que usam a nota da prova como critério de seleção.

MEC

Undime apoia políticas públicas do Ministério da Educação
12.11. 2010 - 16:46

A União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) enviou nesta sexta-feira, 12, carta ao ministro da Educação, Fernando Haddad, em que manifesta apoio às atuais políticas públicas implementadas pelo Ministério da Educação.
Os problemas surgidos na aplicação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), diz a entidade, foram de ordem operacional e não podem macular a importância conceitual do exame no processo de democratização do acesso ao ensino superior.

Assessoria de Comunicação Social

Nenhum comentário:

Postar um comentário

MANDE O SEU COMENTÁRIO!

O BLOG DO PROFESSOR ODEMAR MENDES não se responsabiliza pelos comentários aqui postados. Se você se sentir ofendido pelo conteúdo de algum comentário dirigido a sua pessoa, entre em contato conosco pelo e-mail odemarmendes@hotmail.com