quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Apresentador de TV pede 'limpa' de menores em Diamantino

O vídeo ‘andou’ com ar de indignação nos principais canais da Internet. No Programa o apresentador da TV Diamante prega a criação de um grupo de extermínio para matar meninos de rua. Ele pede a ajuda de empresários e comerciantes para montar um ‘sindicato do crime’; uma espécie de Operação Bandeirante Cabocla, para ‘do nada’ desaparecer com esses meninos. E preconiza: ’Faz um limpa, derrete tudo e faz sabão’.

O programa em questão é vinculada na TV da UNED, da família do ministro Gilmar Mendes, usada para atacar adversários políticos do atual prefeito Juviano Lincoln e da elite que se mantém no poder em Diamantino e denegrir as pessoas de Diamantino, de Alto Paraguai ou de qualquer outra localidade.

Além de tudo, a TV da família do ministro Gilmar Mendes é uma concessão educativa, que não cumpri a sua finalidade. É um caso para ser visto pelo Ministério das Comunicações, Anatel, Dentel e a Polícia Federal.

Diamantino que já foi chamado pela Revista Carta Capital de curral do ministro Gilmar Mendes está refém de um programa difamatório, que em nome da falsa moral abafa as irregularidades do grupo político que está no poder e ataca a dignidade das pessoas de bem.

VEJA O VÍDEO






fonte - http://camaraempauta.com.br/portal/artigo/ver/id/2038/nome/Apresentador_de_TV_propoe_%E2%80%9Cderrete_tudo_e_faz_sabao%E2%80%9D

http://www.cartacapital.com.br/blogdoleandrofortes/




ATENÇÃO DIRETORIA NÃO ESQUEÇAM DA REUNIÃO.

Coisa De Pele - Jorge Aragão




Podemos sorrir, nada mais nos impede


Não dá pra fugir dessa coisa de pele


Sentida por nós, desatando os nós


Sabemos agora, nem tudo que é bom vem de fora


É a nossa canção pelas ruas e bares


Nos traz a razão, relembrando palmares


Foi bom insistir, compor e ouvir


Resiste quem pode à força dos nossos pagodes


E o samba se faz, prisioneiro pacato dos nossos tantãs


E um banjo liberta da garganta do povo as suas emoções


Alimentando muito mais a cabeça de um compositor


Eterno reduto de paz, nascente das várias feições do amor


Arte popular do nosso chão...


É o povo que produz o show e assina a direção


Arte popular do nosso chão...


É o povo que produz o show e assina a direção

PARA AS ILHAS ENTRE OUTRAS ILHAS E ALGUMAS POSSIBILIDADES


São os inimigos que verdadeiramente nos ensinam a vivenciar sentimentos de compaixão e tolerância. As guerras surgem porque não há compreensão do lado humano das pessoas. Ao invés de conferências e encontros políticos, por que não convocar as famílias a fazerem um piquenique para que se conheçam mutuamente, enquanto suas crianças brincam juntas?
(Dalai Lama)


A paz, então, está inextricavelmente entrelaçada à presença dos direitos humanos; e sua violação ou privação em qualquer forma, seja no Tibet ou Dafur, na Índia, no Iraque, no Oriente Médio, ou onde quer que seja, cria motivos que colocam em perigo e solapam a paz. Todos os seres humanos têm direito à vida e, portanto, ao acesso a água, comida, abrigo e serviços médicos, inviolabilidade da dignidade humana, oportunidades iguais e tudo mais. Indivíduos, assim como grupos, têm esses direitos. Quando eles são negados, criam-se as causas do conflito e não da paz; e o resultado é guerra, terrorismo e outras formas de combate. Discriminação, privação, disparidades, manipulação de disparidades no acesso a recursos, e muitas outras ameaças à paz podem ser identificadas e analisadas. Estou certo de que muitos oradores e participantes neste seminário o farão. Meu objetivo específico foi colocar diante de vocês alguns pensamentos sobre os imperativos da paz e como estes dependem do senso universal de responsabilidade e do compromisso de engajamento no esforço para prevenir a guerra e para promover e sustentar a paz.

(Dalai Lama)

EM JUNHO TEM......

SER CHIQUE SEMPRE


Nunca o termo "chique" foi tão usado para qualificar pessoas como nos dias de hoje.
A verdade é que ninguém é chique por decreto. E algumas boas coisas da vida, infelizmente, não estão à venda. Elegância é uma delas.
Assim, para ser chique é preciso muito mais que um guarda-roupa ou closet recheado de grifes famosas e importadas. Muito mais que um belocarro Italiano.
O que faz uma pessoa chique, não é o que essa pessoa tem, mas a forma como ela se comporta perante a vida.
Chique mesmo é ser discreto.
Quem não procura chamar atenção com suas risadas muito altas, nem por seus imensos decotes e nem precisa contar vantagens, mesmo quando estas são verdadeiras.
Chique é atrair, mesmo sem querer, todos os olhares, porque se tem brilho próprio.
Chique mesmo é ser discreto, não fazer perguntas ou insinuaçõe inoportunas, nem procurar saber o que não é da sua conta.
É evitar se deixar levar pela mania nacional de jogar lixo na rua.
Chique mesmo é dar bom dia ao porteiro do seu prédio e às pessoas que estão no elevador.
É lembrar-se do aniversário dos amigos.
Chique mesmo é não se exceder jamais!
Nem na bebida, nem na comida, nem na maneira de se vestir.
Chique mesmo é olhar nos olhos do seu interlocutor.
É "desligar o radar", "o telefone", quando estiver sentado à mesa do restaurante, prestar verdadeira atenção a sua companhia.
Chique mesmo é honrar a sua palavra, ser grato a quem o ajuda, correto com quem você se relaciona e honesto nos seus negócios.
Chique mesmo é não fazer a menor questão de aparecer, ainda que você seja o homenageado da noite!
Chique do chique é não se iludir com "trocentas" plásticas do físico... Quando se pretende corrigir o caráter: não há plástica que salve grosseria, incompetência, mentira, fraude, agressão, intolerância, ateísmo... Falsidade.
Mas, para ser chique, chique mesmo, você tem, antes de tudo, de se lembrar de sempre de o quão breve é a vida e de que, ao final e ao cabo, vamos todos terminar da mesma maneira, mortos sem levar nada material deste mundo.
Portanto, não gaste sua energia com o que não tem valor, não desperdice as pessoas interessantes com quem se encontrar e não aceite, em hipótese alguma, fazer qualquer coisa que não lhe faça bem, que não seja correta.
Lembre-se: o diabo parece chique, mas o inferno não tem qualquer glamour!
Porque, no final das contas, chique mesmo é Crer em Deus!
Investir em conhecimento pode nos tornar sábios... Mas, Amor e Fé nos tornam humanos!

 
GLÓRIA KALLIL

DIAMANTINO IRÁ PARA ONDE NÓS LHE COLOCARMOS. ISSO É MUITO SÉRIO.



Planejar um novo município com sabedoria, apoio, força e bons sentimentos.
Escrever um novo dia, fazer um povo feliz.


Um dos perigos de se olhar uma disputa eleitoral carregando no íntimo um sentimento de vingança é negligenciar os dados positivos que essa disputa possa ter, o que depois gera arrependimento. E há muitas pessoas, creio eu, que batem no peito e dizem “neste ano eu vou acabar com a raça do fulano, pois vou votar em sicrano, seu opositor”.
A ideia nesse caso é utilizar o momento para castigar alguém e não para gerar uma ampla oportunidade, dar um salto de qualidade, virar uma página e abrir uma nova porta. Depois, passada a situação, tudo se revela mais dinâmico e pode haver decepção.
Neste ano de 2012, há uma polarização que pode obscurecer muito mais que clarear: FULANO X BELTRANO. No caso, o eleitorado pró-FULANO, contando inclusive com ex-eleitores de BELTRANO, vê na eleição a oportunidade não apenas de uma mudança, mas mais de uma vindima, algo praticamente pessoal. São pessoas dispostas a castigar o candidato que SICRANO apoiar.
Não serei arbitrário de entrar no mérito do sentimento das pessoas, pois existem situações de humilhação e perseguição que só sabe quem passa. No coração fica o nó, a mágoa, o desejo de que uma justiça seja feita. O problema é quando a pessoa se fecha nesse sentimento e o transforma praticamente numa obsessão, o que se vê agora até com mais frequência.
Assim, o que seria um raciocínio vira um bate-estaca no juízo e a pessoa fica cega. Dessa forma, não vê mais nada entre o objeto a ser vingado e o objeto a ser utilizado para a vingança. Porém, o fato é que existe vida e possibilidade de muito mais realizações entre as forças desse pólo que hoje é demarcado entre FULANO e SICRANO. Sobretudo existe a ideia iluminada de que a vida guarda sentimentos superiores à vingança (que não é justiça) e que a política pode ser um instrumento de evolução da qualidade de vida das pessoas.
Podemos, sim, corrigir um município, reinventá-lo de novidade na sua administração e deixarmos que o passado cuide do passado. Nosso gozo será então pelo bem conseguido e não pelo mal perpetrado, mesmo contra o que antes nos afligia e nos humilhava.
Um município de mais de duzentos anos não pode ser tratado como um troféu entre dois políticos, mas como um projeto que precisa ― e muito ― de investimentos dos Governos, de mais conexões com o que de mais avançado e realista se possa colocar na administração pública. E para haver investimentos pesados melhor será se houver articuladores capazes e dispostos, políticos e empreendedores que estejam em linha, afinados entre si e com o momento. Isso para fazer um elo mais que forte entre DIAMANTINO e o Governos (estadual e federal).
Por um instante, amigos diamantinenses, esqueçam essa “briga de galo” e olhem para a realidade de ter nossa DIAMANTINO aproximada ao máximo dos investimentos que os Governo pode fazer aqui. Não se concebe mais nós pensarmos como abobalhados perdidos em querelas de senhores feudais.
A Prefeitura Municipal de DIAMANTINO é já agora algo muito mais complexo que há vinte ou trinta anos. O próprio município não é mais simples de ser tratado. E o momento não é uma quermesse entre o partido azul, amarelo ou verde.
Entre FULAN0 e SICRANO existe uma cabeça que pensa para além das atitudes causadoras de arrependimento. Essa cabeça será a tua a partir do momento em que você olhar objetivamente as reais possibilidades e entender que agora, se escolhemos ficar abarrotados de sentimento de vingança e acharmos que isso é uma plataforma política, seremos uma terra que repete e gosta de repetir erros.

Que tal olharmos noutra direção?


Fonte - texto adaptado - O ARAIBU

REFLEXÃO DO DIA.

Bom dia!

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

TEM REUNIÃO NA SEXTA-FEIRA

REUNIÃO DE PARTIDOS



Este BLOG descobriu que um grupo de 10 partidos esteve reunido no sábado no bairro NOVO DIAMANTINO, nesta reunião os PARTIDOS apresentaram alguns nomes como Pré-Candidatos a PREFEITO DE DIAMANTINO.




• PMN – LECINDO PEDRO

• PDT – ERIVAL CAPISTRANO/VEREADOR EDILSON/GILDO CAPELETO

• PTB – DR. RAFAEL/ WILSON FALCÃO

• PSDB – SANDRA BAIERLE/ROBERTO CAPELETO

• PMDB – LEVI PEDRINI

• PC do B – AMORÉZIO VIDRAGO

• PSDC – VALDINEI TEODORO

• PTC – NÃO LANÇOU

• PT – NÃO LANÇOU

Para escolha do candidato a prefeito será realizada uma PESQUISA DE INTENÇÃO DE VOTOS, o primeiro será o candidato a PREFEITO.

ELEIÇÕES 2012

REFLEXÃO DO DIA....

BOM DIA!

DIA DO IDOSO - 27/02


Respeite aos mais velhos.  Este é o ensino que recebemos do Senhor – “Honra teu pai e tua mãe”. Também os pais passam para os filhos, os professores são chamados de tios, porém, cada vez mais se vê descasos para com os mais velhos, agressões, homicídios e lamentavelmente em muitas famílias cristãs.

domingo, 26 de fevereiro de 2012

E O PISO COMO VAI?


Passados o REINADO DE MOMO, voltemos a nossa realidade e o PISO DOS PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO DE DIAMANTINO, COMO ESTÁ?
Estamos aguardando o prefeito JUVIANO LINCOLN, cumprir a promessa de IGUALAR os salários dos PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO DE DIAMANTINO, com os salários dos PROFISSIONAIS DA REDE ESTADUAL DE ENSINO.
Promessa essa feita há dois anos num encontro de professores na UNED.
Vale ressaltar que está promessa NÃO FOI CUMPRIDA, o ano de 2011. O que o SINTEP conseguiu no passado, foi reunir com o prefeito e o secretário de educação por diversas vezes para tentar um acordo, esquecendo o PISO e buscando o PISO POSSÍVEL.
Neste mesmo ano o que teve de concreto foi a REPOSIÇÃO SALARIAL DOS TÉCNICOS E APOIO EDUCACIONAL DA REDE MUNICIPAL.
Onde foi aceito um acordo PARCELADO DE REPOSIÇÃO.
A última parcela foi paga no mês de janeiro.
Restando agora ao SINTEP uma MOBILIÇÃO URGENTE, PELO PISO.

Veja a TABELA DO PISO PAGO por uma JORNADA DE 30 horas;

REDE MUNICIPAL – R$ 1.072,50

REDE ESTADUAL – 1.312,00 JÁ INDO PARA 1.900,00

NÃO ESQUEÇAM CAROS COLEGAS DA EDUCAÇÃO, QUE ESTE ANO TEM ELEIÇÕES...

NÃO VAMOS VOTAR EM QUEM NÃO TEM COMPROMISSO COM A EDUCAÇÃO.










DECISÃO DO DIA....

REFLEXÃO DO DIA.

BOM DIA.

sábado, 25 de fevereiro de 2012

PARABÉNS PRA ELA....


GENTEM, QUEM ESTÁ COLHENDO MAIS UMA PRIMAVERA NO JARDIM DA VIDA E MINHA MÃEZINHA JUCINEIDE MARTINS, A ELA TODA A FELICIDADE DO MUNDO, QUE NESTE DIA NÃO LHE FALTE MOTIVOS PRA SER FELIZ......
NÓS ESTAMOS TÃO PERTO, MAS OS AFAZERES NOS DEIXAM TÃO LONGE BEIJOS TE AMO MUITO...............




Feliz aniversário

 
Um momento especial de renovação para sua alma e seu espírito, porque Deus, na sua infinita sabedoria, deu à natureza, a capacidade de desabrochar a cada nova estação e a nós capacidade de recomeçar a cada ano.
Desejo a você, um ano cheio de amor e de alegrias.
Afinal fazer aniversário é ter a chance de fazer novos amigos, ajudar mais pessoas, aprender e ensinar novas lições, vivenciar outras dores e suportar velhos problemas.
Sorrir novos motivos e chorar outros, porque, amar o próximo é dar mais amparo, rezar mais preces e agradecer mais vezes.
Fazer Aniversário é amadurecer um pouco mais e olhar a vida como uma dádiva de Deus.
É ser grato, reconhecido, forte, destemido.
É ser rima, é ser verso, é ver Deus no universo;

Parabéns a você nesse dia tão grandioso.


O QUE QUALIFICA UM BOM ELEITOR?

Nunca votei com raiva. Desanimado até já votei, mas com raiva, não! O que não significa que nunca tenha sentido raiva durante alguma campanha, pois todos nós somos passíveis de todos os sentimentos e todas as sensações. Mas sempre busquei a tranqüilidade para votar. Mesmo assim já me arrependi de ter elegido certos indivíduos. Porém, considero ter colocado outros nos cargos certos e concordo em que eles conseguiram fazer um bom trabalho. Na contagem geral, creio ter acertado mais que errado. Mas votar com raiva, isso não desejo e nunca desejei.
Tenho a convicção pessoal de que o período das campanhas eleitorais seria de melhor proveito se simplesmente submetêssemos cada pretendente a diferentes questionamentos sobre a variedade de problemas e possibilidades que nosso município encerra. Analisaríamos outros aspectos, claro, mas o fundamental era que nosso cérebro estivesse à frente do nosso fígado na hora de entregarmos milhões de reais e o destino de milhares de pessoas às nossas paixões.
Lembro da maior aliança eleitoral que já vi aqui em Russas: a que embasou a primeira candidatura de Raimundo Cordeiro de Freitas, em 2004. Vejo até muitas pessoas que brigaram por ele e que muito mal falavam de seu opositor, indo quase às vias de fato. Hoje, boa parte dessas pessoas está revoltada com a administração de Raimundo Cordeiro e tem o direito de sentir e de expressar o que sente. Mas seria ótimo que se lembrassem do esforço enorme que fizeram para elegê-lo exatamente contra o Dr. Paulo Bessa (com Weber Araújo apoiando este). Hoje, essas mesmas pessoas (boa parte) e seu ódio aniversariado estão com os fígados à mostra, fazendo novamente uma pré-campanha de raiva e intranqüilidade. Tudo por amor!
Amanhã, seja quem for o eleito a assumir, a realidade será diferente desse período de paixões e juras mútuas de ódio. Mas seria bom que todos nós pudéssemos ter nesse instante de agora um lampejo de inteligência para jogar o jogo das idéias e ver que precisamos de boas administrações e não de “profetas”.
O que vi dizerem de Weber Araújo anos atrás vejo hoje dizerem de Raimundo Cordeiro. Seria o caso de analisarmos a nós mesmos e praticarmos alguma renovação em nossa conduta. Nós, eleitores, desconhecemos o que seja autocrítica; sabemos julgar e condenar a “bola da vez” e voltamos a cumprir o mesmo rito, a mesma dança, os mesmos argumentos, as mesmas “justiças”. Reclamamos dos políticos e não conseguimos ser muito diferentes deles (de seus defeitos).
Talvez, um dia conseguiremos fazer desses processos eleitorais algo mais inteligente que o que fizemos até hoje. Em parte, ao menos, poderíamos tentar valorizar aspectos que se coadunem com a tranqüilidade da qual temos sentido falta. O que está (ou deveria estar) em discussão ― acima de tudo ― é o que os pretendentes querem mesmo fazer em quatro anos. Isso sim precisa ficar claro ao extremo. Se gostamos pessoalmente dos candidatos, isso é a simpatia individual que podemos ter, mas ela acaba não sendo termômetro real do que seja um bom administrador.



Um pouco de objetividade em nós não nos faria nenhum mal.


Fonte - O ARAIBU

INAUGURAÇÃO DA BLESS COSMETICS








Tartaruga não sobe em árvore




Ulysses Guimarães foi quem inventou a teoria da tartaruga que aparece no alto de uma árvore ou, pelo menos, foi quem a popularizou. Como as tartarugas não têm essa capacidade, se uma delas está lá em cima é porque uma força exterior agiu para colocá-lo lá. No popular diz-se que foi a mão de gente ou enchente.
Estamos no primeiro semestre de 2012 e o que já tem de tartaruga em árvore não é brincadeira. Eu digo a você eleitor, não foi enchente e sim mão de gente. O grande debate para as eleições de 2012 será "tartaruga com ética e moral".
A vulgarização das eleições chega a dar nojo. Os candidatos majoritários e os proporcionais são de um despreparo de dar pena. Estão se lançando pela simples vaidade. Outros por serem abastados financeiramente. Tudo isso porque neste país não precisa ter proposta ou programa de governo, basta ter dinheiro.
Os políticos transformaram a política em sinônimo de malandragem. Diamantino vem sofrendo há décadas com essas tartarugas. Elas já têm até refrão: “Eu amo Diamantino”, ou “Considero um Diamantinense” ou “Quero ver essa cidade Crescer, e por isso quero governar”.
Um dos maiores TSUNAMI que passou pela prefeitura de Diamantino foi o Prefeito. Ele era do tipo apaixonado. "Amo Diamantino, por isso quero ser prefeito desta cidade", garantia.
Essa Tartaruga foi o responsável pelo maior desgoverno que essa Cidade já teve. Pautado na mentira, que não conhece sequer todos os bairros da cidade.
O pior é que até agora só alguma Tartaruga de algum partido se manifesta contra a administração desse “Prefeito”. Outros estão todos fazendo parte da governabilidade da atual gestão, mas qual será o preço dela?
Com o aproximar das eleições, as demais tartarugas aparecem com discursos de oposição ao “Prefeito”. Isso só depois de mamarem que nem baleia no peito de cabra. Tudo com o apoio da maioria dos seus eleitores, aqueles mesmos cabos eleitorais investido de poderes legais dados pelas Tartarugas.
A falta de ética desse TRE, aliás, e algo inexplicável. Têm Tartaruga que pode contratar 2.000 mil cabos eleitorais, enquanto outros não têm condições de contratar 20. Parece até que querem gozar da inteligência dos eleitores. Que moral esses senhores têm de julgar as Tartarugas por compra de votos? São eles que transformam o processo eleitoral em "pão é circo".
Quando chega tempo de eleição baixa o espírito do "Zé Promessa" em todas as Tartarugas. Eu prometo isso, eu prometo aquilo e muito "Zé Mané" acredita.
Temos que priorizar o debate em 2012, pautando as eleições pela ética e a moral, pois estes são os maiores valores do homem livre. Ambos significam respeitar e venerar a vida. O homem, com seu livre arbítrio, podem formar ou destruir o meio em que vive. Ou apóia a natureza e suas criaturas, ou subjuga tudo que pode dominar e, assim, se torna do bem ou do mal.
É por isso que os conceitos de ética e moral se formam numa mesma realidade. Em Diamantino, um exemplo claro foi à administração da Tartaruga. A pergunta que não pode calar é: qual será a justificativa do candidato Tartaruga de seu partido? Será que ele fará frente ao desastre provocado por este TSUNAMI?



Adaptação do texto escrito por Dejair Soares; é publicitário e jornalista em Cuiabá - dejairsoares@terra.com.br.

enviado pelo vereador EDEVALDO ALVES - O JABUTI




REFLEXÃO DO SABADÃO...

BOM DIA!!!!!!!!!!


O SENHOR É MEU PASTOR

E NADA ME FALTARÁ!

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Retificação data 03 e 04 de março- CURSO DE FORMAÇÃO DO SINTEP-MT‏


Prezados companheir@s da REGIONAL M. NORTE II

 
Estou confirmando a 1ª etapa do Curso Formação da Regional Médio Norte II e, junto, o planejamento das atividades para o 1º semestre:

DATA: dias 03 e 04  de março (sábado e domingo)
LOCAL: ROSÁRIO OESTE – MT

Serão 40 participantes sendo:

·        02 profissionais da Rede Municipal, sendo um(a) professor(a) e um(a) funcionário(a) devido a grande demanda nas redes municipais;
·        01 professor(a) da rede estadual;
·        01 funcionário(a) da rede estadual e 
·        01 aposentado(a)

Preciso fazer a agenda para atender aos municípios, por isso é importante a presença de todos os municípios.

Assim, solicito que enviem os nomes dos participantes (quadro abaixo), até 2ª feira (dia 27/fevereiro) - a CONTA CORRENTE da pessoa que receberá o recurso  e o valor das despesas com a viagem até Rosário Oeste.

Saudações Sindicais 

MIRIAM FERREIRA BOTELHO
REGIONAL M. NORTE II
SINTEP/M

ELOGIO DA METAMORFORSE (Edgar Morin)



“A verdadeira esperança sabe que não tem certeza. É a esperança não no melhor dos mundos, mas em um mundo melhor. A origem está diante de nós, disse Heidegger. A metamorfose seria efetivamente uma nova origem”, escreve o sociólogo e filósofo francês Edgar Morin, em artigo publicado no jornal francês Le Monde, 9-01-2010. A tradução é do Cepat.

Edgar Morin nasceu em 1921, é diretor de pesquisa emérito no CNRS, presidente da Agência Europeia para a Cultura (Unesco) e presidente da Associação para o Pensamento Complexo. Em 2009, publicou Edwige, l’inseparable (Fayard) [‘Edwige, a inseparável’, dedicado à sua esposa morta]. Ler também, La Pensée Tourbillonnaire - Introduction à la pensée d’Edgar Morin, de Jean Tellez (éditions Germina). (“O pensamento turbulento. Introdução ao pensamento de Edgar Morin”).

Segue o artigo.

Quando um sistema é incapaz de tratar os seus problemas vitais, se degrada ou se desintegra ou então é capaz de suscitar um meta-sistema capaz de lidar com seus problemas: ele se metamorfoseia. O sistema Terra é incapaz de se organizar para resolver seus problemas críticos: perigos nucleares que se agravam com a expansão e, talvez, a privatização das armas atômicas; degradação da biosfera; economia mundial sem verdadeira regulação; retorno da fome; conflitos étnico-político-religiosos que tendem a se desenvolver em guerras de civilização.

O aumento e a aceleração destes processos podem ser considerados como o desencadeamento de um poderoso feedback negativo, um processo pelo qual um sistema se desintegra irremediavelmente.

A desintegração é provável. O improvável, mas possível é a metamorfose. O que é uma metamorfose? Nós vemos inúmeros exemplos no reino animal. A lagarta que se fecha num casulo começa um processo ao mesmo tempo de destruição e de autoreconstrução, como uma organização e uma forma de borboleta, diferente da lagarta, permanecendo a mesma. O nascimento da vida pode ser concebido como a metamorfose de uma organização físico-química, que, tendo chegado a um ponto de saturação, cria a meta-organização viva que, embora tendo os mesmos aspectos físico-químicos, produz novas qualidades.

A formação das sociedades históricas – no Oriente Médio, na Índia, na China, no México, no Peru – constitui uma metamorfose a partir de um conjunto de antigas sociedades de caçadores-coletores, que produziu as cidades, o Estado, as classes sociais, a especialização do trabalho, as grandes religiões, a arquitetura, as artes, a literatura e a filosofia. E também as piores coisas: a guerra e a escravidão. A partir do século XXI se coloca o problema da metamorfose das sociedades históricas em uma sociedade-mundo de um novo tipo, que englobará a ONU, sem suprimi-la. Porque a continuação da história, isto é, das guerras, por parte dos Estados com armas de destruição em massa, leva à destruição da humanidade. Ainda que, para Fukuyama, sejam as capacidades criativas da evolução humana que se esgotaram com a democracia representativa e a economia liberal, devemos pensar que, ao contrário, é a história que se esgota e não as habilidades criativas da humanidade.

A ideia de metamorfose, mais rica do que a ideia de revolução, guarda a radicalidade transformadora, mas a liga à conservação (da vida, do patrimônio cultural). Para ir rumo à metamorfose, como mudar de caminho? Mas se parece possível corrigir alguns males, é impossível romper a lógica técnico-científico-econômico-civilizacional que leva o planeta ao desastre. No entanto, a História humana mudou muitas vezes de caminho. Tudo recomeça por uma inovação, uma nova mensagem desviante, marginal, pequena, muitas vezes invisível para os contemporâneos. Assim começaram as grandes religiões: budismo, cristianismo, islamismo. O capitalismo se desenvolveu parasitando as sociedades feudais para finalmente decolar e, com a ajuda de monarquias, desintegrá-las.

A ciência moderna formou-se a partir de algumas mentes desviantes dispersas, GalileuBaconDescartes, e então criou suas redes e associações, se introduziu nas universidades no século XIX, e depois, no século XX nas economias e nos Estados para se tornar um dos quatro poderosos motores da nave espacial Terra. O socialismo nasceu de algumas mentes autodidatas e marginalizadas no século XIX para se tornar uma formidável força histórica no século XX. Hoje, tudo tem que ser repensado. Tudo deve recomeçar.

Com efeito, tudo começou, mas sem que se soubesse. Estamos no estágio de começos, modestos, invisíveis, marginais, dispersos. Porque já existe, em todos os continentes, uma efervescência criativa, uma multiplicidade de iniciativas locais, em conformidade com a revitalização econômica, ou social, ou política, ou cognitiva, ou educacional ou ética, ou da reforma da vida.

Estas iniciativas estão isoladas, nenhuma administração as leva em conta, nenhum partido toma conhecimento delas. Mas elas são o viveiro do futuro. Trata-se de reconhecê-las, inventariá-las, cotejá-las, catalogá-las, combiná-los e de conjugá-las em uma pluralidade de caminhos reformadores. São estes caminhos múltiplos que podem, através de um desenvolvimento conjunto, se combinar para formar o novo caminho que nos levaria em direção à metamorfose ainda invisível e inconcebível. Para desenvolver formas que vão desembocar no Caminho, é preciso identificar alternativas limitadas, que limitam o mundo do conhecimento e do pensamento hegemônicos. Assim, é preciso ao mesmo tempo globalizar e desmundializar, crescer e diminuir, desenvolver e envolver.

A orientação mundialização/desmundialização significa que, se é preciso multiplicar os processos de comunicação e de planetarização culturais, é preciso que se constitua uma consciência da Terra-Pátria, mas também é preciso promover, de maneira desmundializante, a alimentação de proximidade, os artesanatos locais, as lojas locais, a jardinagem suburbana, as comunidades locais e regionais.

A orientação “crescimento/decrescimento” significa que precisamos aumentar os serviços, as energias verdes, os transportes públicos, a economia plural capaz de incluir a economia social e solidária, o desenvolvimento da humanização das megacidades, a pecuária orgânica, mas diminuir as intoxicações consumistas, a alimentação industrializada, a produção de objetos descartáveis e não consertáveis, o tráfego de automóvel, o tráfego de caminhões (em benefício do transporte ferroviário).

A orientação desenvolvimento/envolvimento significa que o objetivo não é mais fundamentalmente o desenvolvimento de bens materiais, da eficiência, da rentabilidade, do cálculo; é também o retorno de cada um às necessidades interiores, o grande retorno à vida interior e ao primado da compreensão do outro, do amor e da amizade.

Já não basta mais apenas denunciar. Precisamos propor. Não basta apelar à urgência. É preciso saber também começar a definir os caminhos que levarão ao Caminho. É para isso que estamos tentando contribuir. Quais são as razões para ter esperança? Podemos formular cinco princípios de esperança.

1. O surgimento do improvável. Assim, por duas vezes a vitoriosa resistência da pequena Atenas à formidável força dos persas, cinco séculos antes da nossa era, foi altamente improvável e permitiu o nascimento da democracia e da filosofia. Igualmente inesperado foi o congelamento da ofensiva alemã diante de Moscou, no outono de 1941, e depois a contra-ofensiva vitoriosa de Jukov que começou em 5 de dezembro e, depois, no dia 8 de dezembro com o ataque a Pearl Harbor, que marcou a entrada dos Estados Unidos na Segunda Guerra Mundial.

2. As virtudes geradoras/criadoras inerentes à humanidade. Assim como existem em qualquer organismo humano adulto células-tronco dotadas de habilidades polivalentes (totipotentes) próprias às células embrionárias, mas inativas, existem em cada ser humano, em cada sociedade humana, virtudes regeneradoras, geradoras e criativas em estado dormente ou inibidas.

3. As virtudes da crise. Ao mesmo tempo que forças regressivas e desintegradoras, as forças criadoras despertam na crise planetária da humanidade.

4. Com o que se combinam as virtudes do perigo: “Aí onde cresce o perigo cresce também o que salva”. A chance suprema é inseparável do risco supremo.

5. A aspiração multimilenar da humanidade à harmonia (paraíso, depois utopias, depois ideologias libertárias/socialistas/comunistas, depois aspirações e revoltas juvenis dos anos 1960). Esta aspiração renasce no formigueiro de iniciativas múltiplas e dispersas que alimentarão o caminho da reforma, consagradas a se unirem ao novo caminho.

A esperança estava morta. As gerações mais velhas estão decepcionadas com falsas esperanças. As gerações mais jovens se desconsolam com o fato de que não haja mais causas como a nossa resistência durante a Segunda Guerra Mundial. Mas a nossa causa trazia em si o seu contrário. Como disse Vasily Grossman de Stalingrado, a maior vitória da humanidade foi ao mesmo tempo a sua maior derrota, desde que o totalitarismo stalinista saiu vitorioso. A vitória das democracias restabeleceu no mesmo ato seu colonialismo. Hoje, a causa é inequivocamente sublime: trata-se de salvar a humanidade.

A verdadeira esperança sabe que não tem certeza. É a esperança não no melhor dos mundos, mas em um mundo melhor. A origem está diante de nós, disse Heidegger. A metamorfose seria efetivamente uma nova origem.


 
Fonte - O ARAIBU

Internacionalização da Amazônia



Durante debate em uma universidade, nos Estados Unidos, o ex-governador do DF, ex-ministro da educação e atual senador Cristovam Buarque, foi questionado sobre o que pensava da internacionalização da Amazônia.
Um jovem americano introduziu sua pergunta dizendo que esperava a resposta de um humanista e não de um brasileiro.

 
Esta foi a resposta do Sr. Cristovam Buarque:

"De fato, como brasileiro eu simplesmente falaria contra a internacionalização da Amazônia. Por mais que nossos governos não tenham o devido cuidado com esse patrimônio, ele é nosso.
Como humanista, sentindo o risco da degradação ambiental que sofre a Amazônia, posso imaginar a sua internacionalização, como também de tudo o mais que tem importância para a humanidade.
Se a Amazônia, sob uma ética humanista, deve ser internacionalizada, internacionalizemos também as reservas de petróleo do mundo inteiro. O petróleo é tão importante para o bem-estar da humanidade quanto a Amazônia para o nosso futuro. Apesar disso, os donos das reservas sentem-se no direito de aumentar ou diminuir a extração de petróleo e subir ou não o seu preço.
Da mesma forma, o capital financeiro dos países ricos deveria ser internacionalizado. Se a Amazônia é uma reserva para todos os seres humanos, ela não pode ser queimada pela vontade de um dono, ou de um país. Queimar a Amazônia é tão grave quanto o desemprego provocado pelas decisões arbitrárias dos especuladores globais. Não podemos deixar que as reservas financeiras sirvam para queimar países inteiros na volúpia da especulação.
Antes mesmo da Amazônia, eu gostaria de ver a internacionalização de todos os grandes museus do mundo. O Louvre não deve pertencer apenas à França. Cada museu do mundo é guardião das mais belas peças produzidas pelo gênio humano. Não se pode deixar esse patrimônio cultural, como o patrimônio natural Amazônico, seja manipulado e instruído pelo gosto de um proprietário ou de um país. Não faz muito, um milionário japonês,decidiu enterrar com ele, um quadro de um grande mestre. Antes disso, aquele quadro deveria ter sido internacionalizado.
Durante este encontro, as Nações Unidas estão realizando o Fórum do Milênio, mas alguns presidentes de países tiveram dificuldades em comparecer por constrangimentos na fronteira dos EUA. Por isso, eu acho que Nova York, como sede das Nações Unidas, deve ser internacionalizada. Pelo menos Manhatan deveria pertencer a toda a humanidade. Assim como Paris,Veneza, Roma, Londres, Rio de Janeiro, Brasília, Recife, cada cidade,com sua beleza específica, sua historia do mundo, deveria pertencer ao mundo inteiro.
Se os EUA querem internacionalizar a Amazônia, pelo risco de deixá-la nas mãos de brasileiros, internacionalizemos todos os arsenais nucleares dos EUA. Até porque eles já demonstraram que são capazes de usar essas armas, provocando uma destruição milhares de vezes maiores do que as lamentáveis queimadas feitas nas florestas do Brasil.
Defendo a idéia de internacionalizar as reservas florestais do mundo em troca da dívida. Comecemos usando essa dívida para garantir que cada criança do Mundo tenha possibilidade de COMER e de ir à escola. Internacionalizemos as crianças tratando-as, todas elas, não importando o país onde nasceram, como patrimônio que merece cuidados do mundo inteiro.
Como humanista, aceito defender a internacionalização do mundo.
Mas, enquanto o mundo me tratar como brasileiro, lutarei para que a Amazônia seja nossa. Só nossa!"

 
Eu recomendo que leiam tudo.

Não sei se é verdade, mas achei simplesmente brilhante!
Foi um "esculacho educadíssimo", como dizia no e-mail por onde recebi isto.

EDUCAÇÃO E TRANSDISCIPLINARIDADE


Homem Vitruviano – Leonardo Da Vinci



É preciso dar uma dimensão ontológica à noção de Realidade, na medida em que a Natureza participa do ser do mundo. A Natureza é uma imensa e inesgotável fonte de desconhecido que justifica a própria existência da ciência. A Realidade não é apenas uma construção social, o consenso de uma coletividade, um acordo intersubjetivo. Ela também tem uma dimensão trans-subjetiva, na medida em que um simples fato experimental pode arruinar a mais bela teoria científica. Infelizmente, no mundo dos seres humanos, uma teoria sociológica, econômica ou política continua a existir apesar de múltiplos fatos que a contradizem.
Deve-se entender por nível de Realidade um conjunto de sistemas invariável sob a ação de um número de leis gerais: por exemplo, as entidades quânticas submetidas às leis quânticas, as quais estão radicalmente separadas das leis do mundo macrofísico. Isto quer dizer que dois níveis de Realidade são diferentes se, passando de um ao outro, houver ruptura das leis e ruptura dos conceitos fundamentais (como, por exemplo, a causalidade). Ninguém conseguiu encontrar um formalismo matemático que permita a passagem rigorosa de um mundo ao outro. As sutilezas semânticas, as definições tautológicas ou as aproximações não podem substituir um formalismo matemático rigoroso. Há, mesmo, fortes indícios matemáticos de que a passagem do mundo quântico para o mundo macrofísico seja sempre impossível. Contudo, não há nada de catastrófico nisso. A descontinuidade que se manifestou no mundo quântico manifesta-se também na estrutura dos níveis de Realidade. Isto não impede os dois mundos de coexistirem. A prova: nossa própria existência. Nossos corpos têm ao mesmo tempo uma estrutura macrofísica e uma estrutura quântica.
Os níveis de Realidade são radicalmente diferentes dos níveis de organização, tais como foram definidos nas abordagens sistêmicas. Os níveis de organização não pressupõem uma ruptura dos conceitos fundamentais: vários níveis de organização pertencem a um único e mesmo nível de Realidade.
Os níveis de organização correspondem a estruturações diferentes das mesmas leis fundamentais. Por exemplo, a economia marxista e a física clássica pertencem a um único e mesmo nível de Realidade. O surgimento de pelo menos dois níveis de Realidade diferentes no estudo dos sistemas naturais é um acontecimento de capital importância na história do conhecimento. Ele pode nos levar a repensar nossa vida individual e social, a fazer uma nova leitura dos conhecimentos antigos, a explorar de outro modo o conhecimento de nós mesmos, aqui e agora.



Leia a íntegra em EDUCAÇÃO E TRANSDISCIPLINARIDADE
Conheça o: CETRANS


Acesse: EDUCAÇÃO PARA TRANSDISCIPLINARIDADE


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FONTE - O ARAIBU

DE ONDE SURGEM NOSSAS CERTEZAS? QUE PERGUNTAS FAZEMOS?

O tempo passa à nossa revelia.



Em nossa vida cotidiana, afirmamos, negamos, desejamos, aceitamos ou recusamos coisas, pessoas, situações. Fazemos perguntas como “que horas são?”, ou “que dia é hoje?”. Dizemos frases como “ele está sonhando ”, ou “ela ficou maluca”. Fazemos afirmações como “onde há fumaça, há fogo ”, ou “não saia na chuva para não se resfriar”. Avaliamos coisas e pessoas, dizendo, por exemplo, “esta casa é mais bonita do que a outra” e “Maria está mais jovem do que Glorinha”.
Numa disputa, quando os ânimos estão exaltados, um dos contendores pode gritar ao outro: “Mentiroso! Eu estava lá e não foi isso o que aconteceu”, e alguém, querendo acalmar a briga, pode dizer: “Vamos ser objetivos, cada um diga o que viu e vamos nos entender”.
Também é comum ouvirmos os pais e amigos dizerem que somos muito subjetivos quando o assunto é o namorado ou a namorada. Freqüentemente, quando aprovamos uma pessoa, o que ela diz, como ela age, dizemos que essa pessoa “é legal ”.
Vejamos um pouco mais de perto o que dizemos em nosso cotidiano.
Quando pergunto “que horas são?” ou “que dia é hoje?”, minha expectativa é a de que alguém, tendo um relógio ou um calendário, me dê a resposta exata. Em que acredito quando faço a pergunta e aceito a resposta? Acredito que o tempo existe, que ele passa, pode ser medido em horas e dias, que o que já passou é diferente de agora e o que virá também há de ser diferente deste momento, que o passado pode ser lembrado ou esquecido, e o futuro, desejado ou temido. Assim, uma simples pergunta contém, silenciosamente, várias crenças não questionadas por nós.
Quando digo “ele está sonhando”, referindo-me a alguém que diz ou pensa alguma coisa que julgo impossível ou improvável, tenho igualmente muitas crenças silenciosas: acredito que sonhar é diferente de estar acordado, que, no sonho, o impossível e o improvável se apresentam como possível e provável, e também que o sonho se relaciona com o irreal, enquanto a vigília se relaciona com o que existe realmente.
Acredito, portanto, que a realidade existe fora de mim, posso percebê-la e conhecê-la tal como é, sei diferenciar realidade de ilusão.
A frase “ela ficou maluca” contém essas mesmas crenças e mais uma: a de que sabemos diferenciar razão de loucura e maluca é a pessoa que inventa uma realidade existente só para ela. Assim, ao acreditar que sei distinguir razão de loucura, acredito também que a razão se refere a uma realidade que é a mesma para todos, ainda que não gostemos das mesmas coisas.
Quando alguém diz “onde há fumaça, há fogo” ou “não saia na chuva para não se resfriar”, afirma silenciosamente muitas crenças: acredita que existem relações de causa e efeito entre as coisas, que onde houver uma coisa certamente houve uma causa para ela, ou que essa coisa é causa de alguma outra (o fogo causa a fumaça como efeito, a chuva causa o resfriado como efeito). Acreditamos, assim, que a realidade é feita de causalidades, que as coisas, os fatos, as situações se encadeiam em relações causais que podemos conhecer e, até mesmo, controlar para o uso de nossa vida.
Quando avaliamos que uma casa é mais bonita do que a outra, ou que Maria está mais jovem do que Glorinha, acreditamos que as coisas, as pessoas, as situações, os fatos podem ser comparados e avaliados, julgados pela qualidade (bonito, feio, bom, ruim) ou pela quantidade (mais, menos, maior, menor). Julgamos, assim, que a qualidade e a quantidade existem, que podemos conhecê-las e usá-las em nossa vida.
Se, por exemplo, dissermos que “o sol é maior do que o vemos”, também estamos acreditando que nossa percepção alcança as coisas de modos diferentes, ora tais como são em si mesmas, ora tais como nos aparecem, dependendo da distância, de nossas condições de visibilidade ou da localização e do movimento dos objetos.
Acreditamos, portanto, que o espaço existe, possui qualidades (perto, longe, alto, baixo) e quantidades, podendo ser medido (comprimento, largura, altura). No exemplo do sol, também se nota que acreditamos que nossa visão pode ver as coisas diferentemente do que elas são, mas nem por isso diremos que estamos sonhando ou que ficamos malucos.
Na briga, quando alguém chama o outro de mentiroso porque não estaria dizendo os fatos exatamente como aconteceram, está presente a nossa crença de que há diferença entre verdade e mentira. A primeira diz as coisas tais como são, enquanto a segunda faz exatamente o contrário, distorcendo a realidade.
No entanto, consideramos a mentira diferente do sonho, da loucura e do erro porque o sonhador, o louco e o que erra se iludem involuntariamente, enquanto o mentiroso decide voluntariamente deformar a realidade e os fatos.
Com isso, acreditamos que o erro e a mentira são falsidades, mas diferentes porque somente na mentira há a decisão de falsear.
Ao diferenciarmos erro de mentira, considerando o primeiro uma ilusão ou um engano involuntários e a segunda uma decisão voluntária, manifestamos silenciosamente a crença de que somos seres dotados de vontade e que dela depende dizer a verdade ou a mentira.
Ao mesmo tempo, porém, nem sempre avaliamos a mentira como alguma coisa ruim: não gostamos tanto de ler romances, ver novelas, assistir a filmes? E não são mentira? É que também acreditamos que quando alguém nos avisa que está mentindo, a mentira é aceitável, não seria uma mentira “no duro”, “pra valer”.
Quando distinguimos entre verdade e mentira e distinguimos mentiras inaceitáveis de mentiras aceitáveis, não estamos apenas nos referindo ao conhecimento ou desconhecimento da realidade, mas também ao caráter da pessoa, à sua moral. Acreditamos, portanto, que as pessoas, porque possuem vontade, podem ser morais ou imorais, pois cremos que a vontade é livre para o bem ou para o mal.
Na briga, quando uma terceira pessoa pede às outras duas para que sejam “objetivas” ou quando falamos dos namorados como sendo “muito subjetivos”, também estamos cheios de crenças silenciosas. Acreditamos que quando alguém quer defender muito intensamente um ponto de vista, uma preferência, uma opinião, até brigando por isso, ou quando sente um grande afeto por outra pessoa, esse alguém “perde” a objetividade, ficando “muito subjetivo”.
Com isso, acreditamos que a objetividade é uma atitude imparcial que alcança as coisas tais como são verdadeiramente, enquanto a subjetividade é uma atitude parcial, pessoal, ditada por sentimentos variados (amor, ódio, medo, desejo). Assim, não só acreditamos que a objetividade e a subjetividade existem, como ainda acreditamos que são diferentes e que a primeira não deforma a realidade, enquanto a segunda, voluntária ou involuntariamente, a deforma.
Ao dizermos que alguém “é legal ” porque tem os mesmos gostos, as mesmas idéias, respeita ou despreza as mesmas coisas que nós e tem atitudes, hábitos e costumes muito parecidos com os nossos, estamos, silenciosamente, acreditando que a vida com as outras pessoas - família, amigos, escola, trabalho, sociedade, política - nos faz semelhantes ou diferentes em decorrência de normas e valores morais, políticos, religiosos e artísticos, regras de conduta, finalidades de vida.
Achando óbvio que todos os seres humanos seguem regras e normas de conduta, possuem valores morais, religiosos, políticos, artísticos, vivem na companhia de seus semelhantes e procuram distanciar-se dos diferentes dos quais discordam e com os quais entram em conflito, acreditamos que somos seres sociais, morais e racionais, pois regras, normas, valores, finalidades só podem ser estabelecidos por seres conscientes e dotados de raciocínio.
Como se pode notar, nossa vida cotidiana é toda feita de crenças silenciosas, da aceitação tácita de evidências que nunca questionamos porque nos parecem naturais, óbvias. Cremos no espaço, no tempo, na realidade, na qualidade, na quantidade, na verdade, na diferença entre realidade e sonho ou loucura, entre verdade e mentira; cremos também na objetividade e na diferença entre ela e a subjetividade, na existência da vontade, da liberdade, do bem e do mal, da moral, da sociedade.


 
Veja também: UM OUTRO OLHAR SOBRE A VIDA e História da Filosofia (Editora Paulus).

fonte - O ARAIBU

REFLEXÃO

BOM DIA!

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Reflexão do dia...

BOM DIA!!!!!


SAÚDE, AUTOCONHECIMENTO, EVOLUÇÃO.


“Há um segredo importante: o olhar é estruturante. Fixar o olhar nas deficiências do outro, estrutura as mesmas no outro... e em si mesmo. Fixar o olhar no melhor do outro, estrutura este melhor no outro... e em si mesmo. A porta na qual batemos é a que vai se abrir, naturalmente. O Terapeuta é quem bate na porta da saúde e da plenitude, sem deixar de também cuidar do sofrimento e do sintoma. Cuidar, cuidar-se.”



(Roberto Crema)