quarta-feira, 18 de abril de 2012

Quem somos nós diante da realidade?



Nem sempre a beleza tem cheiro.

As aparências (às vezes) enganam!


Mudar faz parte. O que é a vida senão uma sucessão de mudanças, uma viagem de estágio em estágio, uma transformação e uma aprendizagem? Mas, não devemos confundir as naturais mudanças com as mudanças por “conveniência”.
Creio não ser bom mudarmos como o vento, posto que também precisamos de raízes. E raízes precisam de cuidado, uma nossa demora e persistência na sua construção.
A propósito das eleições de 2012, o que já vemos são as “conveniências” em ação: pessoas que discursavam cheias de críticas (ou de revolta mesmo) contra certos políticos estão, hoje, a bajulá-los publicamente, reconhecendo não sei quais virtudes. Sabe o que é isso? Falsidade, ausência de caráter e um interessezinho particular por trás de tudo. É tua amiga a tal pessoa? Pondere sobre o grau de intimidade que você tem com pessoas desse tipo. Se são falsas no geral, são também contigo. Pode crer!
Dê uma volta pela cidade, faça uma pauta de coisas que você crê que são necessárias e converse com os amigos. O que você deseja para Russas é o que você, inevitavelmente, desejará para si e para a própria família, pois todos vivem sob a mesma ordem, a mesma regra, a mesma eficiência (ou a falta dela). Observando os problemas do município, não se revolte de raiva, mas apenas o suficiente para desejar melhoria.
Depois de refletir, pergunte a si: “concordo com o fato de cidadãos eleitores venderem seus votos?” Fique à vontade na resposta e tenha certeza de que ela é definidora da maneira como os políticos agem. Observe as práticas erradas que muitas pessoas têm em relação à política, a candidatos e retire disso uma lição. O nível que empreendemos nas coisas é o que somos.
Saiba, contudo, que o fato de você se portar corretamente não ativa nenhuma força automática de conduta correta no teu semelhante, mas te oferece uma salvaguarda: você tem moral diante da pessoa mau-caráter. Considere isso humildemente, pois não devemos nos vangloriar do certo que fazemos, pois acertar é uma busca e somos todos imperfeitos. Mas nem todos nós somos falsos e vendidos. Fazemos escolhas e elas dizem quem somos.
Quem sou eu? Como desejo ser apreciado? Perguntas que devemos fazer a nós mesmos. De certo modo, a política representa o que, em essência, somos, visto que os políticos são humanos como nós. O bom e o ruim na política é expressão humana, é escolha. O que você escolhe?
Como você deseja ser apreciado?

FONTE - O ARAIBU

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