terça-feira, 15 de maio de 2012

Desrespeito a Lei do piso motiva greves no interior do Estado




A categoria promove uma série de mobilizações para garantir o cumprimento da Lei

O não cumprimento da Lei do piso salarial e o desrespeito ao Plano de Cargos, Carreira e Salários (PCCS) fazem parte das reivindicações dos trabalhadores da educação dos municípios de Matupá e Peixoto de Azevedo. A categoria promove uma série de mobilizações para garantir o cumprimento da Lei.
Para fortalecer o movimento, os trabalhadores da educação dos dois municípios se uniram em uma manifestação, na última quinta-feira (10), em frente a prefeitura de Peixoto de Azevedo, para protestar contra os prefeitos que não querem pagar o piso nacional. Após os protestos, um grupo de manifestantes seguiu para Matupá para conscientizar a população. Eles fizeram uma panfletagem na porta no salão do feirão.

Peixoto de Azevedo - Os trabalhadores de Peixoto de Azevedo entraram em greve na quarta-feira (9). Uma assembleia geral para organização do movimento está agendada para amanhã (15), às 14 horas, na Câmara Municipal. O diretor do Polo Nortão I do Sindicato dos Trabalhadores do Ensino Público de Mato Grosso (Sintep/MT), Fernando Alves da Silva, relata que, além do cumprimento do piso salarial, faz parte da pauta de reivindicação a briga por uma tabela para quem não fez o profuncionário. Outro ponto é a questão dos técnicos que possuem graduação, mas o prefeito não paga como nível superior.
Os trabalhadores da educação reclamam da morosidade do Executivo em concretizar um pré-acordo firmado com o Sindicato que prevê um reajuste salarial de 22%. De acordo com Fernando Silva, "cerca de 90% da categoria no município estão mobilizados e não temos previsão de suspender a greve, pois sabemos que a prefeitura tem recursos, por isso não vamos recuar".

Matupá - Já no município de Matupá, a greve, que começou no dia 16 de abril, foi suspensa durante assembleia geral realizada na sexta-feira (11). De acordo com o diretor do Polo Nortão I do Sintep/MT, os trabalhadores decidiram suspender "a greve para reavaliar o processo e mostrar para a categoria a situação do município". O sindicalista reforça ainda que a mobilização continua e o movimento grevista pode ser retomado a qualquer momento.
Em Matupá, o início da greve foi motivado pela alteração da tabela salarial dos profissionais da Educação, por meio de um projeto de Lei Complementar, que permitiu o reajuste diferenciado.

Fonte: Pau e Prosa Comunicação

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