segunda-feira, 27 de agosto de 2012

AINDA TEM MUITA GENTE QUE PENSA ASSIM.



Passando hoje pela manhã domingo nas ruas de nossa querida Diamantino observei uma escola com seu ar condicionado e me dei conta da propaganda feita sobre esse assunto e o terrível engano que cometem nossos dirigentes ao achar que essa é solução miraculosa para a melhoria do nosso ensino. Ajuda? Com certeza. Mas o buraco é mais embaixo. Existem outros fatores mais importantes que um simples ar condicionado. Uma remuneração adequada e justa. Coisa que parece que não passa pela cabeça de muitos dirigentes deste país. Outro fator absolutamente importante é a formação dos profissionais da Educação. E quando falo em formação, não falo somente na formação dada pelos governos, seja ele municipal estadual e federal. Nós devemos saber que a formação é uma tarefa nossa. Não devemos absolutamente esperar com a boca escancarada cheia de dentes a morte chegar como já falava Raul Seixas. Devemos lutar por essa formação. Não se concebe mais atualmente profissional de educação que não tenham a mínima formação na área de informática. Não se concebe hoje profissional de educação que não leia. Aquela velha história que um professor de Matemática, de Física, de Química ou de outra disciplina na área das exatas não precisa ler.
É um terrível engano. Existe o ler matemático, físico, o biológico e todos os outros. Um profissional que não lê é um meio profissional. Outro engano que acontece está em profissionais da Educação na área de humanas como História, Geografia que dizem não gostar de política. Que me desculpem esses profissionais, mas estão na profissão errada. Como um professor de História irá explicar, por exemplo, a separação da antiga União Soviética? E o de Geografia? Como esses profissionais irão explicar a revolução de 64 no Brasil.
Quando falo em gostar de política não estou falando da política partidária. Pela manhã quando cumprimentamos nossos vizinhos estamos fazendo política, a política da boa vizinhança.
Não estou aqui querendo ensinar ninguém, apenas tento ajudar a minha categoria. Não adianta culparmos os governos, quando é nossa obrigação à questão a formação. Precisamos ter consciência de que sem formação não chegaremos a lugar nenhum. Como podermos cobrar (não gosto muito dessa palavra) estudo dos nossos alunos se na hora de estudarmos temos todas as desculpas do mundo para não fazer isso. É a igreja, ó futebol, a roupa para lavar, é a festa, enfim tudo menos...
Sei que estou lidando em um terreno difícil. Muitos não gostam do que falei. Mas essa é minha opinião e tenho todo o direito de externá-la. Estamos em uma democracia. E o blog está absolutamente aberto a quem quiser enviar mensagens discordando do que escrevo. Inclusive se não quiserem se identificar. Isso é política para quem não gosta e para quem gosta.
Política denomina arte ou ciência da organização, direção e administração de nações ou Estados; aplicação desta ciência aos assuntos internos da nação (política interna) ou aos assuntos externos () política externa Nos regimes democráticos, a ciência política é a atividade dos cidadãos que se ocupam dos assuntos públicos com seu voto ou com sua militância.
A palavra tem origem nos tempos em que os gregos estavam organizados em cidades-estado chamadas "polis", nome do qual se derivaram palavras como "politiké" (política em geral) e "politikós" (dos cidadãos, pertencente aos cidadãos), que estenderam-se ao latim "politicus" e chegaram às línguas europeias modernas através do francês "politique" que, em 1265 já era definida nesse idioma como "ciência do governo dos Estados"
O termo política é derivado do grego antigo πολιτεία (politeía), que indicava todos os procedimentos relativos à pólis, ou cidade-Estado. Por extensão, poderia significar tanto cidade-Estado quanto sociedade, comunidade, coletividade e outras definições referentes à vida urbana.

Você sabia que quem não se interessa por política, acaba sendo governado por aqueles que se interessam? É isso mesmo. As decisões do governo de um país dizem respeito diretamente a todos aqueles que vivem ali. Delas dependem, por exemplo, o preço das coisas, a qualidade das escolas, dos hospitais e dos medicamentos, e até a possibilidade de acessar livremente a internet
Levando em consideração o fato de a política interferir na vida de todos nós, é fácil concluir que não é conveniente para ninguém ser completamente ignorante em matéria de política. Para compreender bem a questão, entretanto, é necessário recorrer aos estudos históricos, pois as atividades políticas são tão antigas quanto à própria humanidade. (texto de autoria de Antonio Carlos Olivieri retirado da UOL).

 
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