sexta-feira, 28 de setembro de 2012

ELEIÇÃO NÃO É MICARETA NEM PARTIDA DE FUTEBOL.



A qualidade de um possível gestor de um município é medida pela vivência do postulante ao cargo, pela sua abordagem da multiplicidade de assuntos que envolvem a questão, pelo seu comprovado engajamento nas lutas do povo, pela sua consciência expressa em seus atos, pelo seu preparo técnico-administrativo possível de ser detectado em sua comunicação e em seus projetos, pela sua postura frente aos adversários e frente a tudo o mais.
Ele não precisa ser, necessariamente, portador de um diploma de nível superior ou até um pós-graduado, mas se o for e com mérito, é sinal de que respeita o conhecimento, busca profundidade, reflete e é capaz de propor respostas conseqüentes aos desafios que lhe são e lhe serão postos.
Assim como o município cresce em complexidade, o gestor deve seguir o mesmo caminho, escapando de todo tipo de “analfabrutismo” que lhe seja opressor. E se o indivíduo deseja ser prefeito, é necessário também, para a segurança e a confiança do eleitorado, que ele esteja sem nenhuma pendência judicial que possa, amanhã ou depois, lhe retirar do cargo e levar milhares de pessoas à uma decepção profunda.
A própria maneira de um candidato conduzir sua ação durante a campanha, porta a porta, rua a rua, nos diz de seu futuro comportamento. Se ele é do tipo que gosta de fazer barulho e incomodar a população, é porque não desenvolveu os mais básicos raciocínios sobre coletividade e respeito ao próximo. Não merece nosso apreço, pois!
Tudo isso vale para candidato a prefeito e para candidatos a vereador. O legislativo tem muitas vezes um papel muito mais determinante, pois parlamentares compromissados com o povo fiscalizam se o executivo aplica bem os recursos e se cumpre com as políticas de resolução dos problemas da comunidade. Do contrário, temos apenas arengueiros na Câmara Municipal que, de quatro em quatro anos, renovam sua estadia nesse paraíso de uma sessão por semana e um salário ótimo ― às custas de todo o povo que confia bestamente em tais indivíduos.
Eleição não é micareta nem partida de futebol. Eleição é o momento em que nós temos o dever de dar um salto de qualidade na administração do município. Não tem que ter essa de “meu parente”, de “seu dotô”, de “meu cumpade”, de “meu amigo”, ou outra qualquer bobagem que os espertos gostam de jogar pra cima do povo. Eleição é um concurso (uma disputa) onde nós devemos escolher o mais qualificado para gerenciar os negócios do município, tudo o que diz respeito à qualidade de vida da coletividade. E a coletividade somos nós, eu e você, nossas famílias, as pessoas todas que, esperançosas de uma sociedade melhor, cuidam de bem escolher quem seja o prefeito e os vereadores.
Nós não podemos transformar a votação do dia 7 de outubro na vingança da família “A” ou do grupo “B”, pois isso é pendência particular de tais pessoas e grupos. Nós temos que levantar a cabeça e olhar com seriedade para o que realmente precisamos ver e, dentre os postulantes aos cargos públicos, enxergar quem reúne as melhores capacidades e as melhores condições de realizar nossas metas.
Você aí fique à vontade para fazer uma escolha consciente ou uma grande bobagem. Mas saiba que, seja qual for a sua escolha, todos arcaremos com as conseqüências.

Pelo bem de Diamantino e pelo melhor gerenciamento de cerca de 210 milhões de reais no quadriênio 2013-2016.

Pense bem!

texto adaptado - O ARAIBU

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