domingo, 6 de janeiro de 2013

"O orçamento do Ministério da Educação cresceu de R$ 31,7 bilhões em 2003, em valores atualizados, para R$ 86,2 bilhões, em 2012"

edu

Se você tem de trinta anos pra diante, apesar de crítico(a), se o for, e agir com honestidade, não há de negar determinados fatos, mesmo que não se dê muito bem com  quem os gera. Assim é que, para termos pé de como era o Brasil e como ele é hoje, precisamos ver as coisas como elas são. E que disso não se entenda mais que o que se mostra, mas que se saiba que se antes assim não era, vale perguntar: e como era? Era melhor?

Hoje uma prefeitura como a de Russas tem receitas que há dez anos nem sonhava ter. E isso é fruto do momento brasileiro na economia e nas políticas de investimento. Todavia, amargamos no Brasil em certos pontos, como a corrupção, que vem desde a chegada do homem branco e que continua, apesar dos esforços em diminuí-la; com aposentados, indígenas e pequenos agricultores reclamando (com razão) melhores políticas governamentais para si; com as múltiplas violências que grassam sem que tenhamos melhor clareza de como resolvê-las; com a distância terrível que muitas vezes nossos parlamentares (nos três níveis) têm de nós, os seus representados, dentre outros pontos. Mas, ainda assim, não podemos negar que temos investimentos: milhões; bilhões. A crítica se processe no sentido de analisarmos a cultura do nosso tempo e eixos outros que necessitam ser analisados, tanto quanto os mais vorazes atores desse teatro, suas ações e os resultados delas, sem, contudo, negarmos a nós mesmos o que sobre nós grita suas verdades.

Já vi na internet uns indivíduos que dizem sentir saudades de Fernando Henrique Cardoso e pensei: “loucura pouca é bobagem”. Com certeza, não são capazes de abstrair algo de uma informação dessas:

O orçamento do Ministério da Educação cresceu de R$ 31,7 bilhões em 2003, em valores atualizados, para R$ 86,2 bilhões, em 2012. Atingimos o investimento total de 6,1% do Produto Interno Bruto (PIB) para a educação, e o objetivo é elevar ainda mais esse investimento. Por isso, enviei uma medida provisória ao Congresso para que todos os recursos de royalties do petróleo gerados pelos novos campos do pré-sal sejam destinados exclusivamente à educação” (Dilma Rousseff)

 

FONTE – O ARAIBU

Nenhum comentário:

Postar um comentário

MANDE O SEU COMENTÁRIO!

O BLOG DO PROFESSOR ODEMAR MENDES não se responsabiliza pelos comentários aqui postados. Se você se sentir ofendido pelo conteúdo de algum comentário dirigido a sua pessoa, entre em contato conosco pelo e-mail odemarmendes@hotmail.com