terça-feira, 1 de janeiro de 2013

PESSOAS DESAMPARADAS DE UM BRASIL "SUSTENTÁVEL"



Cá estamos em 2013. Matutando sobre alguns relatos dignos de partilha, relatos de pessoas que buscam as verdades ocultas da nossa sociedade, escolho algo que todos nós conhecemos, de uma forma ou de outra, seja através da experiência direta, ou de relatos escritos, ou oralmente repassados por algum parente ou algum amigo ou, simplesmente, um conhecido de confiança que tenha vivido tal situação.
A história que me toma tem a ver com o progresso, com o tipo de progresso que dá exclusividade ao fator econômico, sem maiores ponderações sobre as conseqüências culturais, sociais, ambientais, etc. Num tempo em que se fala tanto de economia criativa, uma economia que tenha por essência a harmonia do fator econômico com os fatores de base, ainda somos vítimas de muito desenvolvimento/empreendimento que devassa povos e lugares, destruindo-lhes de todo ou modificando-lhes a vida de tal forma que depois não há mais jeito dessas pessoas retomarem o caminho construído ao longo de uma vida inteira.
Por trás de tais empreendimentos, e acima de tudo, está o desejo do grande capital, das corporações que têm nos nossos governantes seus fiéis executores, os realizadores de suas necessidades. E as necessidades do grande capital são até hoje avançar sobre tudo o que puder ser transformado em negócio, não importando quantas culturas ou quantas sociedades, quantas vidas precisam ser destruídas, invadidas, relegadas ao mais baixo e imoral patamar da indignidade humana.
A história a que vos convido, conscientemente, a examinar tem a ver com a prostituição, o abandono, o desamparo social e uma das ações do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) do governo federal. Trata-se de um muito cuidadoso relato de como pessoas simples, pessoas do povo, no desejo de mudar de vida, acabam por alojar-se exatamente onde se tornam mais vítimas ainda da sociedade e, pela lógica da situação, do Estado brasileiro. Leia agora o que acontece por ocasião da construção da usina hidrelétrica de Jirau, uma das 34 (trinta e quatro) usinas que o governo federal dos “socialistas” do PT e agregados pretende construir no Brasil, sendo quinze delas na região amazônica: ”Vidas em trânsito”.

Vamos pensar?

FONTE - O ARAIBU

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