quarta-feira, 30 de outubro de 2013

"QUANDO A CABEÇA NÃO PENSA, O CORPO PADECE"



O melhor aconselhamento deste ditado popular é “pensar, antes de agir”. Muitas vezes já nos arrependemos de algo que fizemos sem usarmos nossa capacidade de raciocinar. As consequências se refletem em sensações emocionais desagradáveis no próprio corpo: mágoas, raiva, estresse. Não é raro que as consequências sejam mesmo físicas: doenças ou dores.
De certa forma nos auto-agredimos quando por irresponsabilidade ou imprudência, tomamos atitudes impensadas, e, assim, nos penalizamos. Os efeitos das ações por impulso são sentidos no corpo e na alma.
Nossas escolhas devem ser feitas conscientemente, enxergando reações e consequências. Isso se chama maturidade. Obedecendo ao instinto pagamos pelos erros da inexperiência.
Há uma expressão latina que diz “mens sana in corpore sano”, traduzindo “uma mente sã num corpo são”. Juvenal, um filósofo da antiguidade, numa de suas sátiras, clamava aos romanos que orassem para que tivessem saúde física e mental, por entender que tudo o que acontece com o corpo é reflexo da mente.
Trazendo para a atualidade a frase de Juvenal, concluímos que a saúde do corpo depende do equilíbrio espiritual e da sanidade mental.
Portanto seguindo essa linha de raciocínio surge o provérbio advertindo que “quando a cabeça não pensa, o corpo padece”.

Rui Leitão

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