terça-feira, 26 de janeiro de 2016

OLHA A OPORTUNIDADE



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PROVA: dias 27/28 e 29
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- NEGÓCIOS IMOBILIÁRIOS - 2 anos
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Agradeço a atenção de todos, e peço que compartilhem esta informação, e quem sabe a participação nesta nova jornada, estou à disposição para maiores informações se assim precisarem. Giselle CDA - Cursos Diamantinense Avançado Formação Profissional - EJA e Técnico Instituto Vanguarda de Educação à Distância Polo Diamantino CEE/MT 218/2015 Unidade de Diamantino-MT
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quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

Estados e municípios querem adiar reajuste do piso dos professores para agosto


Mariana Tokarnia - Repórter da Agência Brasil
Estados e municípios querem que o reajuste do piso salarial dos professores seja adiado para agosto e que o índice seja 7,41% e não 11,36%, como prevê a lei. O reajuste, concedido anualmente, é divulgado em janeiro.
A proposta de adiamento está em dois documentos enviados à presidenta Dilma Rousseff, um assinado por dez estados e pelo Distrito Federal, e outro, pelas prefeituras representadas pela Confederação Nacional de Municípios (CNM). Hoje (13), secretários estaduais de educação entregaram ao Ministério da Educação (MEC) uma carta em apoio aos documentos apresentados ao governo.
A justificativa para o pedido de adiamento é que o contexto de crise econômica torna o reajuste insustentável nesse início do ano. Segundo cálculo previsto em lei, o aumento em 2015 deve ser 11,36%, mas estados e municípios defendem que o reajuste do piso seja 7,41%.

Reajuste do piso nacional do salário dos professores é concedido anualmente e definido com base na Lei 11.738/2008, conhecida como Lei do Piso.
“Os efeitos da crise já se fazem sentir nas despesas obrigatórias como na saúde e educação, com a diminuição do valor dos repasses constitucionais e a elevação dos custos operacionais e a manutenção dos serviços que estão atingindo limites insustentáveis", diz o documento enviado pelos governadores.
O piso salarial dos docentes é reajustado anualmente, seguindo a Lei 11.738/2008, a Lei do Piso, que vincula o aumento à variação ocorrida no valor anual mínimo por aluno definido no Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb).
Segundo os governadores, nos últimos cinco anos, o valor por aluno subiu 87%, levando a um aumento de 37% no piso salarial dos professores.
Os municípios acrescentam que a situação atípica do exercício de 2015, com retração da atividade econômica, "precisa ser levada em consideração na fixação do índice de reajuste do piso, de forma compatível com as finanças dos estados, do Distrito Federal e dos municípios”, de acordo com o documento da CNM.
Hoje, a questão foi levada ao Fórum Permanente para Acompanhamento da Atualização Progressiva do Valor do Piso Salarial Nacional, composto por representantes do MEC, dos estados, dos municípios e dos trabalhadores. O Conselho Nacional dos Secretários de Educação (Consed) diz que, para cumprir o reajuste estimado de 11,36% seguindo os critérios atuais, será necessária a complementação financeira da União.
Para os trabalhadores, o reajuste do piso salarial não é negociável. "O que tem que ser cumprido é a lei", disse o presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), Roberto Leão.
"O que ficou acertado no fim da reunião é que a lei será cumprida e o reajuste será o de 11%. O fórum vai discutir os problemas da Lei do Piso e vai buscar uma solução. Todo fim de ano ocorrem problemas e isso não é bom", acrescentou. No ano passado, o não cumprimento da lei levou a greves de professores nos estados e municípios.

MEC

O MEC informou que instituiu o fórum para discutir a questão do piso dos professores e lembrou que a atualização no mês de janeiro está prevista em lei. “O ministério reconhece a dificuldade financeira de estados e municípios e que a legislação precisa ser aprimorada. Mas existe uma lei, aprovada pelo Congresso Nacional, não alterada nos últimos anos, que estabelece que o valor do piso seja atualizado a cada mês de janeiro”, informou em resposta encaminhada à Agência Brasil
*Matéria atualizada às 11h45 do dia 14/01/16 para acrescentar resposta do MEC.
Edição: Luana Lourenço



E A REPOSIÇÃO DE 2016?



Piso salarial dos professores terá reajuste de 11,36% em 2016


Mercadante diz que novo valor passa a ser de R$ 2.135,64.
Ganho salarial acima da inflação foi de 0,69%, segundo ministro.



O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, disse nesta quinta-feira (14) que o novo piso salarial dos professores terá aumento de 11,36% a partir de janeiro de 2016. O salário base passa de R$ 1.917,78 para R$ 2.135,64.
O valor deve ser pago para docentes com formação de nível médio com atuação em escolas públicas com 40 horas de trabalho semanais.
O ministro destacou que, entre 2009 e 2015, o crescimento real para o piso de 46% além da inflação. "Seguramente foi um dos melhores crescimentos salariais para todas as categorias", disse.

De acordo com o ministro, prefeitos e governadores têm buscado a pasta para tentar mudar a fórmula de cálculo do reajuste anual para tentar diminuir o índice. Hoje, o reajuste do salário dos professores é computado com base em números do censo escolar e calculado pelo Ministério da Fazenda.
Conforme a legislação vigente, a correção do piso reflete a variação ocorrida no valor anual mínimo por aluno definido nacionalmente pelo Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb).

Evolução do piso nacional



Fonte: Ministério da Educação
Como contribuição, o ministério repassa 10% do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb) para 10 estados e 1,9 mil municípios.
Segundo Mercadante, o MEC também foi procurado para fazer mudança na forma com que o dinheiro é repassado. Em 2015, o governo federal liberou R$ 1,19 bilhão pelo Fundeb. Neste ano, a previsão é de R$ 1,34 bilhão.
O ministro ressaltou que a atual forma de cálculo possibilitou aumentos reais, mas os administradores alegam que as receitas de cidades e estados não tem crescido no mesmo ritmo.

"Isso tem gerado fortes conflitos sindicais, greves prolongadas e disputas judiciais. Evidentemente não contribui para a qualidade da educação no Brasil", alertou.
O ministro afirmou que o MEC faz um apelo para negociação entre sindicatos e gestores nos estados e cidades em que há alegada impossibilidade de pagar o novo piso. "Não é com greve prolongada que a gente melhora a educação", disse Mercadante.

Desde o ano passado, o MEC criou um fórum para debater novas propostas feitas por administradores para regulamentar o aumento. O fórum é uma das exigências da meta 17 do Plano Nacional de Educação (PNE).
META 17 DO PNE
Valorizar o magistério público da educação básica a fim de aproximar o rendimento médio do profissional do magistério com mais de onze anos de escolaridade do rendimento médio dos demais profissionais com escolaridade equivalente.
Estratégias:

17.1) Constituir fórum permanente com representação da União, dos Estados, do Distrito Federal, dos Municípios e dos trabalhadores em educação para acompanhamento da atualização progressiva do valor do piso salarial profissional nacional para os profissionais do magistério público da educação básica.

17.2) Acompanhar a evolução salarial por meio de indicadores obtidos a partir da pesquisa nacional por amostragem de domicílios periodicamente divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE.

17.3) Implementar, no âmbito da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, planos de carreira para o magistério, com implementação gradual da jornada de trabalho cumprida em um único estabelecimento escolar.
O mesmo plano, aprovado pelo Congresso, também determina como obrigação "valorizar" o salário médio dos professores para que ele se aproxime dos profissionais de mesma formação.
Mercadante disse que nenhuma das novas propostas de cálculo propostas por governadores e outros gestores avançou no Congresso.
"Essas propostas não conseguiram sensibilizar os deputados. (...) E o MEC tem uma lei para cumprir", afirmou Mercadante.
"Não há como solicitar ao MEC descumprir a lei, mesmo reconhecendo que há problemas fiscais."
Mercadante reconheceu que o país vive em um momento de “economia delicada”. “O problema fiscal do país decorre da recessão. Mas houve também uma perda de receita muito significativa especialmente a partir da crise de 2009”, disse o ministro, que aproveitou o anúncio do reajuste dos professores para defender novamente a volta da CPMF.
Ele criticou a política de desonerações fiscais em projetos apoiados pelo Congresso e mencionou dificuldade em evitar as chamadas “pautas bomba” -- que geram mais gasto para o governo. “O Congresso às vezes estendeu as desonerações além do que era prudente”, afirmou Mercadante. “Às vezes foram longe demais.”

Lei de 2008
A lei que estabelece o piso salarial nacional para professores foi promulgada pelo governo federal em 17 de julho de 2008. Inicialmente contestada pelos estados de Mato Grosso do Sul, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Ceará, a obrigatoriedade do piso foi aprovada pelo Supremo Tribunal Federal (STF).
À época, os governadores questionavam os custos com a folha de pagamento, que poderiam ultrapassar o que é estabelecido pela Lei de Responsabilidade Fiscal, e fim da autonomia dos estados e municípios. Os argumentos foram derrubados por 8 votos a 1 no STF.
A legislação determina diversas obrigações municípios, estados e à União. Além de dever pagar pelo menos o valor fixado por lei para professores com formação de nível médio e jornada de 40 horas semanais, os governos devem ajustar o salário para outras jornadas de trabalho segundo o piso.
Ainda de acordo com a lei, na jornada total, pelo menos um terço das horas trabalhadas pelos professores devem ser fora da sala de aula (a chamada "hora-atividade").


fonte - globo.com

BOM DIA MANTINO, ÓTIMA QUINTA-FEIRA


terça-feira, 12 de janeiro de 2016

ENQUETE




Enquete com os candidatos a candidatos a prefeito de DIAMANTINO.
Vamos VOTAR.

(  ) Chico Mendes
(  ) Daltro Spigiorim
(  ) Eduardo Capistrano
(  ) Jacildo Siqueira
(  ) Marcio Mendes
(  )Valdinei Teodoro

domingo, 10 de janeiro de 2016

Como saber se o Diretor está fazendo um bom trabalho?

Após o meu artigo falando sobre “COMO SER UM BOM COORDENADOR?” recebi vários e-mails de educadores perguntando como ser um bom diretor e ou como saber que está tendo ou sendo um bom diretor. A situação de muitos diretores é complicada, tendo em vista que em alguns municípios e estados o cargo é eletivo pela comunidade ou pelos próprios profissionais da Educação, mas apenas em São Paulo o cargo é efetivo e em ambas as visões há falhas no processo.
Quando o cargo é eletivo pelos próprios funcionários, o perigo é muito maior para não se ter uma boa qualidade de Educação, pois ninguém agrada a todos e isso já se torna falho, tendo em vista que se o diretor entrar com firmeza, como tem de ser o cargo, na próxima eleição não se tem a comprovação da continuação. Além disso, em muitas cidades o profissional não pode concorrer mais de duas eleições, voltando para o seu cargo efetivo ao término e daí vem às perguntas – Como levar o profissional de volta para a sala, tendo em vista que ele já adquiriu experiência ao cargo? Vai “treinar” outra pessoa? Vai começar tudo do zero novamente? Mas como não podemos atingir, por enquanto, as medidas tomadas pelos secretários educacionais, para este caso específico, abaixo seguem medidas que o diretor pode e deve tomar e o profissional que está ali precisa entender isso.
1º O diretor, ao ser empossado, precisa fazer uma reunião com funcionários operacionais para mostrar a sua importância, ouvi-los e mostrar a visão educacional que se pretende adotar. Em muitas regiões já vi que quando o diretor é eletivo, os funcionários não o respeitam, passando por cima de várias medidas que precisam ser seguidas como o horário da merenda, por exemplo, mas para o profissional continuar no cargo, ele não detém. E assim a escola “desanda”.
2º O diretor deve entender que não é porque é passageiro, não fará a sua parte – O profissional ao cargo deve chamar para si a responsabilidade de uma qualidade educacional. Para isso, necessita ter uma boa parceria com o coordenador e deixar “nas mãos” dele o lado pedagógico. Intervir quando for pedido e acompanhar o desenvolvimento da sua escola.
Essas duas medidas são extremamente importantes para uma boa administração escolar. Claro que ali não citei as funções já do cargo, mas são dicas para movimentar a escola para o caminho ideal e possível.
Quando o cargo é efetivo, tem se outra situação. Já fui professor em diversas instituições, onde pude comparar e fazer um Raio-X dos profissionais que estão ao cargo. Há diretores que não se preocupam muito, deixando a cargo dos vice-diretores e da coordenação à própria escola. Vi diretor que estava prestes a se aposentar e não tinha uma frequência regular na instituição, deixando “a Deus dará”. Assim, a escola começa a ter “vários diretores” e um vai querer mandar mais que o outro, levando o caos na indisciplina, transformando professores em rivais e enterrando, aos poucos, o sucesso educacional.
O diretor precisa entender que ele é o último da cadeira dentro da instituição e que precisa colocar metas para mostrar aos profissionais que o trabalho feito no ano está fazendo efeito. Em todas as empresas, o diretor precisa conduzir com muita seriedade seus funcionários, metas, desempenhos e organização. Com o escolar as tarefas não são diferentes, e o mesmo precisa apresentar a melhora educacional para todos os envolvidos na área, como pais, alunos e equipe escolar.
Para saber se a escola tem um bom diretor, há algumas maneiras de se descobrir. Vejam algumas:
– Para os pais:
Se eles quiserem saber se o seu filho está em uma escola que tem um bom diretor é só prestarem atenção nos seguintes aspectos:
– Ao entrar na escola para falar com alguém específico, o pai precisa saber se ele terá dificuldades para entrar. Isto é, um funcionário de prontidão para atendê-lo e só deixá-lo caminhar no prédio quando for realmente identificado. Não é loucura isso. Assim só nos mostrarão que seus filhos estão seguros e que não é qualquer um que pode chegar perto deles dentro da instituição.
2 – Se o diretor presta contas tanto em dinheiro quanto em desenvolvimento educacional para eles.  Já foi o tempo que o boletim era a única forma de mostrar o desenvolvimento. Quando se diz o caminho que a escola está tomando, o próprio pai ajuda a instituição com o seu filho. É comprovado. Já vi pais, ao transferirem seus filhos e verificarem muitas ações diferentes na escola dispararem para seus filhos “Aqui é outra escola! O sistema é diferente. Não trate de mudar para você ver!”.
– Se a escola é limpa. A escola pode estar caindo aos pedaços, mas a limpeza é essencial para o pai ter certeza de que o prédio só está assim por causa dos governantes, pois a direção está fazendo a sua parte. Já vi cada escola suja! E acreditem, quando a escola está suja, não se tem direção. Mostra-se uma escola jogada e sem rumo.
– Para os professores:
Os profissionais precisam entender que não é só porque o diretor é eletivo ou efetivo ou ausente que tudo ficará jogado. Claro que precisamos de alguém que nos defendam e que nos mostrem qual o rumo que estamos tomando, então, não podemos fazer uma “guerra” quando se é chamado atenção. E todos precisam saber a sua real função, para que isso não aconteça.
Para o professor, o bom diretor é:
1 – O que acompanha a indisciplina e o ajuda a diminui-la em sala.
2 – Mostrar para a equipe escolar o bom desempenho e valorizar os seus trabalhos realizados.
3 – Conversar habitualmente com a equipe para averiguar se a escola está conseguindo seguir os rumos certos, já que o coordenador que fica totalmente nesta parte, mas o diretor precisa acompanhar.
4 – Deixar claro para a equipe o que considera como um bom professor.
5 – Atender as sugestões e reclamações da equipe.
6 – Saber o desenvolvimento profissional de cada membro da equipe escolar. Valorizando-o por isso.
Para o supervisor:
Os supervisores atendem como um bom diretor quando:
1 – Chegam à escola e todos sabem onde está a equipe escolar;
2 – Verificam o horário afixado dos gestores no mural informativo da escola;
3 – Quando os consultam para um projeto inovador;
4 – Quando verificam a escola limpa e os funcionários fazendo as suas funções. Querem ver a escola na ativa.
5 – Identificam projetos interdisciplinares, envolvendo vários espaços da escola como salas de informáticas e bibliotecas.
Portanto, a escola é o reflexo da direção. Se o diretor é rude, mal informado e ausente, a equipe escolar tem os mesmos adjetivos. Levando a um ambiente sem rumo, sem integração e com muita indisciplina. Já tive diretores assim e acredite, eu saí da escola. Se o diretor é participativo, chama a responsabilidade para todos. Sabem do seu objetivo ou onde querem chegar, a equipe escolar tem mais concisão nas atitudes e há pouca indisciplina. Além de um ambiente mais integrado e organizado.
Em meu livro, DIÁRIO DE UM PROFESSOR, eu coloco exemplos de dois tipos de diretores, onde já tive o prazer e o desprazer de trabalhar. Precisamos de consciência, antes de tudo, para que tenhamos um bom caminho pela frente. Diretor tem de ser participativo, auditivo, visionário, gerenciador, mediador e, por fim, integrador.

fonte - http://direcionalescolas.com.br/2015/09/02/como-saber-se-o-diretor-esta-fazendo-um-bom-trabalho/

BOM DOMINGO


sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

HOJE TEM POSSE.


Novo currículo escolar tem problemas em Português, Matemática e História

MEC decide alterar texto sobre língua portuguesa após receber 9,8 milhões de sugestões



BRASÍLIA — As críticas ao conteúdo dos novos currículos para escolas brasileiras, a chamada Base Nacional Comum Curricular, vão muito além da parte dedicada ao ensino de História. Em Português, o Ministério da Educação já decidiu que o texto final do currículo deverá ter mais conteúdos de gramática. Isso porque, no documento atual, que foi submetido à consulta pública e já recebeu mais de 9,8 milhões de sugestões, as regras gramaticais só são ensinadas de forma clara até o 3º ano do ensino fundamental.
Também no currículo de Matemática problemas têm sido apontados por especialistas. O conceito de fração, por exemplo, é ensinado só no 4º ano no texto em debate, mas estudos mostram que o tema deve ser abordado ainda na pré-escola.
— Já se sabe que, no ensino da Matemática, o estudo da ideia da parte pelo todo (fração) é fundamental e deve ser introduzido cedo. Entrar neste conteúdo tardiamente cria uma dificuldade imensa para o aluno — explicou Paula Louzano, pós-doutoranda da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (USP), que estuda currículos nacionais do mundo.
No campo da linguagem, segundo a especialista, os problemas são ainda maiores. Além de preterir as habilidades ligadas à gramática a partir do 3º ano, falta especificar no currículo a complexidade de texto a ser trabalhada com os alunos de cada etapa. Nos Estados Unidos, que têm um currículo nacional, há uma classificação do nível de dificuldade que os alunos devem superar, levando em consideração variáveis como número de páginas do livro, tipo de construção das frases e temáticas. Em outros países, como Portugal, há lista de obras obrigatórias. No documento brasileiro, assinala Paula Louzano, não há orientações tão claras.
O baixo nível de proficiência a ser cobrado dos alunos é outro tema que preocupa a especialista. Segundo ela, o que se espera do texto narrativo do aluno brasileiro do 9º ano, segundo o documento atual da Base Curricular, é muito parecido ao que o currículo dos Estados Unidos exige de estudantes do 5º ano.
Para Ilona Becskeházy, mestre em Educação pela Universidade de São Paulo, o Brasil deveria ter seguido o exemplo de outros países, que implementaram currículos nacionais por disciplina partindo do que era considerado mais essencial, geralmente o ensino de língua e Matemática. Portugal e Austrália, países que têm bases curriculares consideradas exemplares pelo Brasil, fizeram as mudanças aos poucos, disciplina por disciplina.
— Quando você quer mostrar que está agindo, faz tudo de uma vez, o que se mostra difícil e problemático. Porque a implementação por partes, começando pelo que é essencial, ajuda, inclusive, na formulação do currículo das demais disciplinas — defendeu Ilona.
Outra questão verificada pela acadêmica, em Português e Matemática, é a falta do conceito de progressão de conteúdos, de agregar conhecimento a cada série. O que se vê, para Ilona, são aprendizados desconectados. Faltam também definições claras das habilidades.
— Aqui, por uma cortina de fumaça também ideológica, não há conceitos objetivos, tais como o do currículo francês, que determina o modelo de parágrafo que o aluno deve ler em um minuto para verificar a fluência dele. Falar nisso aqui é pedir para ser chamado de fascista — afirma Ilona.
Apesar das críticas, os especialistas reconhecem a importância de um currículo nacional, com o conteúdo básico a ser ensinado nas escolas, independentemente da região geográfica ou do nível de renda dos alunos. Priscila Cruz, presidente do movimento Todos pela Educação, defende a Base Curricular como instrumento para melhorar a qualidade do ensino, mas ressalta problemas no documento preliminar que precisam ser superados na versão final do texto.
— A Base cristaliza um modelo antigo de escola, quando não propõe nenhum diálogo entre as disciplinas, não trabalha verdadeiramente a autonomia do aluno em aprender — afirma Priscila.
Em História, além da ausência de temas ligados à Europa, há uma falta de consenso sobre a temporalidade descrita no documento, que foge ao modelo cronológico do ensino. Pesquisadores têm apontado que o método pode causar dificuldade de relacionar os acontecimentos históricos. Outro ponto questionado é a inadequação de determinados conteúdos para cada faixa etária, tais como “identificar as várias formas de organização familiar” ou “construir a noção de pertencimento a diferentes grupos sociais”, ambos previstos para o 1º ano do ensino fundamental.
— É óbvio que uma criança de 6 anos não pode entender de relações sociais — opina João Batista Araújo e Oliveira, presidente do Instituto Alfa e Beto.
Luiz Cláudio Costa, ministro interino da Educação, voltou a defender o processo de construção da Base Nacional, lembrando que ainda há um debate em curso. Será a primeira vez que o país terá um currículo mínimo detalhado para cada etapa escolar. Hoje, a maioria dos estados possui currículos próprios, usando como base os parâmetros e diretrizes curriculares, que trazem conceitos mais gerais, sem separação por série.


fonte - globo.com




quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

MOMENTO DE SABEDORIA


Se alguém queixar-se da vida a seu lado, responda com palavras de encorajamento. Não aumente o peso a quem já sente demasiado o peso que carrega. Se alguém se lamenta da vida, procure mostrar os lados bons e belos da existência. Não contribua com suas próprias lamentações para o desânimo do companheiro. Reanime-o com esperança e com bom ânimo, com palavras de incentivo e coragem. Talvez desse remédio dependa a cura de seu coração desalento.

A arte de viver bem


Não exija dos outros o que eles não podem lhe dar, mas cobre de cada um a sua responsabilidade. Não deixe de usufruir o prazer, mas que não faça mal a ninguém. Não pegue mais do que você precisa, mas lute pelos seus direitos.
Não olhe as pessoas só com os seus olhos, mas olhe-se também com os olhos delas. Não fique ensinando sempre, você pode aprender muito mais. Não desanime perante o fracasso, supere-se o transformando em aprendizado.
Não se aproveite de quem se esforça tanto, ele pode estar fazendo o que você deixou de fazer. Não estrague um programa diferente com seu mau humor, descubra a alegria da novidade. Não deixe a vida se esvair pela torneira, pode faltar aos outros…
O amor pode absorver muitos sofrimentos, menos a falta de respeito a si mesmo! Se você quer o melhor das pessoas, dê o máximo de si, já que a vida lhe deu tanto. Enfim, agradeça sempre, pois a gratidão abre as portas do coração.

BOM DIA DIAMANTINO


terça-feira, 5 de janeiro de 2016

O NÚMERO 1


ACESSOS

Gente, olha com a nossa volta em escrever no BLOG, vejam os acessos de  hoje....Um bom começo..... pra quem tinha 1000 acessos por dia, começamos com 130 pequenas visitas.....Mas vai aumentar....


FERIADOS



Feriados 2016: veja a lista de pontos facultativos e feriados nacionais
Além de 1º de janeiro, são mais 13 datas de feriado ou ponto facultativo.
Lista foi publicada nesta segunda-feira (4) no 'Diário Oficial da União'.


O governo federal publicou nesta segunda-feira (4) no "Diário Oficial da União" a lista dos feriados federais para o ano de 2016. Além do 1º de janeiro, são mais 13 datas, entre feriados e pontos facultativos. Confira a lista:

- 8 de fevereiro (segunda-feira): Carnaval (ponto facultativo)
- 9 de fevereiro (terça): Carnaval (ponto facultativo)
- 10 de fevereiro: quarta-feira de Cinzas (ponto facultativo até as 14 horas)
- 25 de março (sexta): Paixão de Cristo (feriado nacional)
- 21 de abril (quinta): Tiradentes (feriado nacional)
- 1º  de  maio (domingo): Dia  Mundial  do  Trabalho  (feriado nacional)
- 26 de maio (quinta): Corpus Christi (ponto facultativo)
- 7  de setembro (quarta):  Independência do Brasil (feriado nacional)
- 12 de  outubro (quarta): Nossa  Senhora Aparecida  (feriado nacional)
- 28 de outubro (sexta): Dia do Servidor Público (ponto facultativo)
- 2 de novembro (quarta): Finados (feriado nacional)
- 15 de novembro (terça): Proclamação da República (feriado nacional)
- 25 de dezembro (domingo): Natal (feriado nacional)

Fonte - Do G1, em Brasília



PRA 2016


BOA TARDE CIDADE